Manutenção de vias no Cuscuzeiro, via nova na Invernada

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Estreando a nova metranca com trabalhos de manutenção de vias.

É muito comum que vias abertas por pessoas acabem órfãs. Os conquistadores acabam (casando) parando de escalar, se mudam pra outro estado, e aí a comunidade local é que tem que adotar a filha. Com muito gosto!

No Cuscuzeiro existem vias abertas por muita gente, apesar de muitas serem do Tonto. Um exemplo são as vias do Carsten, o alemão que hoje é Business Manager na Edelrid, e que em 1997 veio para o Brasil e abril 7 vias em duas semanas e nunca mais voltou. (A história você confere no Guia Completo de Escalada do Cuscuzeiro). Algumas vias mudaram sua característica (de ser apenas uma via para se tornar acesso ao cume por exemplo, ou de ser uma via muito mais frequentada), os escaladores mudaram também. Antigamente se fazia muito mais top rope. Antigamente se acessava o cume pela carteirinha. Hoje em dia os escaladores escalam muito mais guiando, entram muito mais em sétimos, enfim, a comunidade evolui, e com isso, na hora de fazer a manutenção nas vias, é importantíssimo que se aproveite para atualizar também as proteçõese e a maneira como as paradas são colocadas. Muito se evoluiu, aprendemos muito com os gringos e hoje em dia está cada vez mais comum mosquetão na parada das vias esportivas. Ou então argola pra se descer de baldinho. O rapel está ficando uma coisa exclusiva de vias de parede (leia-se: de várias cordadas). Que fique bem claro que nenhuma chapeleta foi removida ou adicionada à nenhuma via por mim, apenas feita a manutenção.

Com a chegada de uma metranca nova, aproveitei o ímpeto e fui com o Beto na quarta-feira para o Cuscuzeiro fazer a manutenção devida. E no sábado voltei para terminar o que não deu tempo ou faltou a broca certa.

  • Nós atualizamos a parada da Sunday Bloody Sunday, pois tem sido uma das vias mais escalada do cuscuzeiro, e, aproveitando um bolt da Sabath Bloody Sabath, criamos uma alternativa ideal para limpar a via sem que a corda danifique a rocha (nem seja danificada por ela) ficando muito mais fácil e seguro para todos limpar a referida via. Na mesma via tiramos a cantoneira que era utilizada como segunda chapa, e pusemos uma chapeleta de verdade.
Nova parada na Sunday para descer de baldinho. Mais rápido e não danifica a rocha (tampouco sua corda)

Nova parada na Sunday para descer de baldinho. Mais rápido e não danifica a rocha (tampouco sua corda)

  • Adicionamos uma Bonnier na parada da via Tarzan, que termina no platô do Bundão, para o caso de alguém precisar descer do platô dali mesmo (em caso de chuva por ex.). Antes o rapel era feito num pino P apenas, e agora conta com o P e uma bonnier.
Chapeleta com Spit e um pino P eram o que tinha nessa parada. Agora, a bonnier veio para garantir mais segurança pra quem precisar descer dali.

Chapeleta com Spit e um pino P eram o que tinha nessa parada. Agora, a bonnier veio para garantir mais segurança pra quem precisar descer dali.

  • Trocamos as chapas do platô da pervas pois as que lá estavam eram de espeleo e os mosquetões na hora de armar uma parada ficavam raspando na rocha.
  • Trocamos a parada da via “Jungle Man” que antes contava apenas com 2 chapas sem seção arredondada (cujos parabolts estavam dando medo) e ainda deixava o mosquetão sobre uma quina. Agora a nova parada está coisa de 15cm mais baixa, e ficou mais confortável para dar seg para o segundo. E se tornou mais uma alternativa para se rapelar até o chão.
O bolt da direita enferrujado e em cima de uma quina, que rala fitas e mosquetões.

O bolt da direita enferrujado e em cima de uma quina, que rala fitas e mosquetões.

O bolt da esquerda enferrujado e torto. Agora deram lugar a uma nova parada com pinos P com um inovador sistema de expansão.

O bolt da esquerda enferrujado e torto. Agora deram lugar a uma nova parada com pinos P com um inovador sistema de expansão.

  • Ficou assim: Dependendo do tamanho da corda é possível fracionar o rapel do Cume até a parada da Insaciavel e dali para o chão (corda de 60 ou menos), ou da parada da sedosa/bucaktus no platô mesmo (próximo ítem) direto pro chão com corda de 70.
  • Adicionamos uma proteção à parada da Sedosa/Bucacktus, trocamos a chapa de espéleo por uma cantoneira de argola e a nova proteção conta com vários elos de corrente para ficar da mesma altura e o rapel ser mais suave na sua corda.
Nova parada da Bucaktus: Agora uma parada normal de 60~80cm faz uma parada equalizada legal, e é possível rapelar daí mesmo até a parada da Insaciável.

Nova parada da Bucaktus: Agora uma parada normal de 60~80cm faz uma parada equalizada legal, e é possível rapelar daí mesmo até a parada da Insaciável.

  • E pra finalizar, na Parada da Cactus Now colocamos mais uma chapeleta pra corda não ficar raspando na rocha e mais orientada com relação ao restante da via. Um Mosquetão torna possível o baldinho dessa via (o que só é possível pela chapa nova, que evita que a corda não rale numa virada mais abaixo).
O mosquetão é doação do CUME - Centro Universitário de Montanhismo e Excursionismo de São Carlos

O mosquetão é doação do CUME – Centro Universitário de Montanhismo e Excursionismo de São Carlos

Bem, foi essa basicamente a manutenção que fizemos no Cuscuzeiro semana passada. Lembrando que com exceção do mosquetão da Cactus, que foi doado pelo CUME, todo o restante dessa ação foi financiada pelas pessoas que compram seus equipamentos e fazem seus cursos de escalada com a gente da QUERO ESCALAR pois é da Quero Escalar que vivemos, tiramos nosso sustento e compramos chapas, bolts, correntes e mosquetões de aço para por nas paradas das vias (e pagamos nosso rango, a gasolina e o pedágio pra ir até lá fazer isso).

E por falar em via, abrimos mais uma via na Invernada domingo. Com alguns chumbadores “Alfa” em mãos (daqueles que dão expansão em rocha digamos assim, não muito sólida) fui com a Marina pra Invernada (E mais ninguém nessa cidade animou) e, sob condições adversas começamos uma via do lado da Peru Express. Faltou a parada porque tomei duas picadas de abelha europa/africana/seilá e tive que abandonar correndo, mas por enquanto tem 5 chapas muito bem batidas e expandidas. Um tronco de árvore podre atrás da via foi providencial para a conquista debaixo pra cima pois dava apoio e equilíbrio para vários momentos. Como sou grande, faço de tudo para furar o mais alto possível, perto de onde tem agarra pra costurar ao mesmo tempo num lugar em que a rocha seja suficientemente sólida, e por isso as vezes é preciso ficar em posições malucas pra poder fazer o furo, o que garante menos furos por via. É um sofrimento mas é uma das melhores coisas da escalada!

Posições esdrúxulas para furar a próxima chapa. Cliffs nessa rocha nem pensar!

Posições esdrúxulas para furar a próxima chapa. Cliffs nessa rocha nem pensar!

Técnicas avançadas de abertura de via em rocha digamos assim - que quase não da pra chamar por esse nome!

Técnicas avançadas de abertura de via em rocha digamos assim – que quase não da pra chamar por esse nome!

Como tivemos que bater em retirada por causa das abelhas, não deu tempo de limpar a via, nem de roçar o mato, tampouco escala-la pra saber o grau (estimo em torno de 6sup) mas na nossa próxima visita ao pico tentaremos termina-la. Aliás, oferece-se recompensa para quem tirar os 3 GIGANTES cachos de abelha europa/africanizada do Pico. Paga-se bem, e em dinheiro.

Ah, e antes que ela tenha achado que eu esqueci, agradeço à minha amiga Rê Leite de Sampameoo que nos doou 10 chapas e bolts no reveion. Não esqueci não, essa via é conquista sua também, obrigado!

DIA D – Cuscuzeiro!

O Dia D no Cuscuzeiro - Você vai ficar de fora?

O Dia D no Cuscuzeiro – Você vai ficar de fora?

Todo o Brasil está se reunindo e combinando para fazer uma verdadeira invasão nos picos de escalada espalhados por todo o Território. Aqui no Interior não é diferente, mas ao contrário de outros lugares como Minas Gerais, que pode ser considerada a verdadeira Espanha brasileira no que se refere a escaladas e mulheres bonitas,  nós aqui em São Paulo somos um pouco carentes de picos de escalada, e os poucos que temos as vezes sofrem com o famoso “crowd”, que é o excesso de gente num final de semana. Há alguns anos não era assim, mas com o aumento vertiginoso do número de praticantes (leia-se aumento da média de QI da população) que a escalada recebeu nos últimos anos, torna-se mister que mais áreas sejam desenvolvidas para desafogar as atuais! Enquanto isso não acontece, alguns picos vem recebendo impactos que outrora foram mínimos, mas que devido a esse crescimento, está se tornando mais evidente pelo aporte de pessoas no pico. Mas é um mal necessário e uma situação passageira e que logo a própria comunidade se moverá para solucioná-la.

Mas voltando a falar do DIA D, ele é um movimento que tem acontecido nos ultimos anos pelo Brasil afora e visa ser um evento de proporções nacionais acontecendo simultaneamente em todas as cidades/picos de escalada do Brasil. É um dia para levar quem nunca escalou pra rocha ou motivar aquel@ seu/sua amig@ que escalou uma época e depois parou. É um momento em que todo o Brasil para pra escalar juntos em prol da escalada, que para os praticantes, é muito mais que um esporte, é uma filosofia de vida.

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Traga muita disposição!

Aqui no Interior a Ana e o Rafa do Escaladaint tiveram a excelente iniciativa de promover o DIA “D” em Itaqueri. Como sabemos que ali é um lugar que normalmente já lota bastante, e tendo em vista o grande número de escaladores da região, nós do CUME promoveremos então uma invasão no Cuscuzeiro para dividir os escaladores entre os dois picos, não dar Crowd (ou amenizar) em ambos e fazer a invasão ainda mais presente.

Mas não para por aí. Temos planos maquiavélicos de aproveitar a mão de obra especializada que se avizinha ao morro e organizar um mutirão para realizar uma manutenção das trilhas do cuscuzeiro (que não é feita pelas agências que exploram comercialmente o morro) na parte da manhã, e na parte da tarde a Escalada vai rolar solta! Então quem quiser vir ajudar, será de muito bom grado! Quanto mais gente, mais rápido terminamos! Há muitos degraus para ser arrumados em muitos trechos da trilha, muitos atalhos para serem corrigidos, muitos calços para ser colocados e até mesmo um pouco de sinalização ali ta precisando em certos lugares. Então quarta feira será o DIA D! Vamos fazer a nossa parte pelo morro que tanto tem feito pela gente, e dar o exemplo! Venha, traga uma pazinha, uma pazona, uma marreta, uma serra circular, serra sabre, uma motosserra, uma retroescavadeira (Não, isso não!) e vamos dar aquele talento nas trilhas tanto norte quanto sul e os acessos! Não esqueçam de chapéu, protetor solar, água, e claro… os Equipos pq depois tem pedra para ser apertada! 🙂

Será dia 1° de Maio, o dia Todo!! Cheguem cedo!

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Aí uma foto do Beto na última manutenção feita na trilha.. época que ele era Cabeludo… forte.. parecia um touro!

E aí, quem vai?

 

PS – O Foda é que vai ter gente que vai pra Itaqueri só pra não ajudar né seus putos! hahaha Aí já to vendo o cusco vazio e Itaqueri lotado, ao contrário do que devia ser!! Vai da consciência de cada um!

Videozinhos de Praxe e projetos paralelos

Cataia, Atleta do SCPT na Espinhosa

Nossa!! Já fazem 20 dias que fiz o ultimo post! Pensava que tinha sido sei lá, uns 5 dias atrás! A verdade é que estou trabalhando pra caramba num projeto paralelo que ainda não posso divulgar publicamente (que os mais chegados já sabem o que é) e tenho escrito bastante por lá, o que provavelmente me tem sanado (ou seria: saciado) minha vontade de escrever e produzir conteúdo online. Enfim… Como sempre separei alguns videozinhos para vos alegrar a semana, e algumas fotenhas do climb do finde passado, quando eu voltei a escalar e fizemos uma sessão de fotos-insolação no platô do Bundão. O foda é que ultimamente ta foda selecionar BONS vídeos de climb. Eu explico: de cada 10 vídeos de escalada que saem na internet, 8 são de boulder, 6 são de rocklands, 1 da Suíca e 1 de Cocal, e aproximadamente metade desses 8 dão sono. Dos 2 que restam nem sempre são vídeos de qualidade que valem a pena ser assistidos, com aquele enredo, imagem em FullHD ou começo, meio e fim (sim, até um vídeo de um climb de 4mins precisa ter algum conteúdo – a era “escalada Brasil” de colocar o Nome da via, o cara escalando e subir os créditos quando ele a termina já era – embora as vezes alguns são muito simples assim, e muito bons) . Reflexões a parte, “empezamos!”:

Vídeo do Genial festival de escalada em Kalymnos, onde a galera tinha que ir escalando o máximo que desse, e “tickando” as vias numa lista… aí tinha prêmios… uma competição com estilo de festival, perfeito!

Vïdeo do J. Siegrist mandando a via Algorithm, a mais dificil daquele estado americano. Gosto muito da fotografia, do estilo de escalada e das vias do Siegrist, e vídeo dele é sinônimo de vídeo de qualidade!

Uma das minhas fãs, a Francesa Alizée Dufraisse escalando um 11a em Ceüse, na França. Vídeo de encher os olhos! A trilha sonora dispensa comentários de tão boa que se encaixou nos movimentos da Garota (QUE GAGOTAAAA!)

E se vc gostou do vídeo acima, apesar de eu já ter postado outro vídeo sobre ela uns 2 posts atrás, eis aqui um vídeo-biografia sobre ela feito pela Prana… Ahhh… valeu esperar minha atualização de vídeos depois desses dois últimos, diz aí? 8-P

E eis aí um vídeo de treino do Máquina Edu Marin, que estava voltando forte para os treinos. Sei lá, eu não o conhecia muito, mas ele me pareceu meio arrogante no vídeo. Normalmente a galera aparece nos vídeos falando que fez meio mundo de coisa, blz, mas ainda assim passa uma “sensação” meio de humildade… O Edu me passou uma imagem meio de: Sou foda pacaralho mesmo, e agora que eu fiquei de fora da final foi treta pq vc sabe que tinha tudo pra estar lá” hehehe sei lá, mas nunca ouvi ninguém falar mal dele, foi só uma impressão. Detalhe para o MEGAMASTERPLUS campus board dele com 30 ripas que tem que fazer de top!!! kkkkkkkk

[UPDATE] De acordo com nossa correspondente Madrilenha Marta, na verdade o que ocorreu foi um erro de interpretação multi-étnico-linguístico, pois para um nativo espanhol, as declarações do Edu foram humildes e nem de longe transparecem qualquer tipo de arrogância. Muitas culturas, estamos suscetíveis a várias interpretações! Foi mau aí Edu! É nóis 😉

Aí dois vídeos de 2 mecas do climb mundial pra vc ficar com água na boca, largar mão de trocar de celular a cada 6 meses e carro todo ano, juntar dinheiro e ir escalar na melhor região de escalada do mundo (Calma, a Januária em minas chega lá rapidinho!!!)  na espanha. O Primeiro: Rodellar, a mecca da escalada esportiva claro, com suas “Chorreiras” e negativões de 40 metros… E o segundo Margalef, onde reinam os monodedos, bidedos e tridedos… Sensacional!

E para terminar por hoje um vídeo do Água de Salsicha Gabriele Moroni, fazendo uma via bem foda na Itália… O destaque é para o nome da via: Happy Milf… Quem sabe o que é Milf vai entender hahahaha

Bem, e agora umas fotenhas do climb do finde passado:

Genja na Jungle-Man, Cuscuzeiro

Ives voltando à ativa depois de se ver livre de uma namorada que não escala… Aê dando bom exemplo! 🙂

Aê, enfim uma foto em que ele ficou bonito!

Urubu urubuzando no pinão colado do cume da visual

PORQUE SENHOOOOR??? ME DESTES UMA CHAPA TÃO LONGEEEE????

Cataia Xingando a empresa de rapel que joga pedra na cabeça de escalador…

Ives pagando uma de gatão na Pervas…

Genja fazendo a Via “Bundão” depois de anos.. 😉

Genja na Irmãos Lobo, nova via do lado direito da pervas (croqui 3 posts atrás)

E aí os 3 xibungos fugindo da insolação no Bambuzal: Genja, Cataia e Ives na direita.

E galera, uma última coisa!! Esse dia encontramos o CUME do cuscuzeiro COMPLETAMENTE PELADO. Os cadetes da AFA roçaram todo o CUME do cusco pra poder fazer seus treinamentos de rapel tático de ponta cabeça e pousos arriscados ali. Ficou parecendo um campo de golfe. Mas eles não fizeram nada demais pois não tiraram nenhuma árvore, só “RANCARAM” o MATO. Gente, o mato é muito importante na sucessão ecológica e faz sombra para outras espécies de arbustos médios brotarem e, uma vez crescidos, fazerem sombra para árvores maiores ou arbustos maiores, e estes sombra para árvores maiores. Sem contar que é o habitat de várias espécies de roedores, répteis (calanguinhos por ex.) e insetos; e nicho de algumas aves que fazem seus ninhos no meio dos pequenos arbustos. O Cume do cusco, segundo o Tonto (O Escalador mais ativo da região na década de 90) possuía uma mata fechada em seus primórdios, igual àquela da trilha, parte em que tem uma grande sombra. Foi após o famoso incêncio de 98 que o cume ficou rapado igual a Bruna Surfistinha. (puts, Key word bruna surfistinha vai me dar uns 50 pageviews a mais por dia hahahah se eu usar PELADA, de quatro, entre outras, imagina pra onde vai! hahahaha). Enfim, para fechar a discussão, o cume do cuscuzeiro é uma APP, Área de proteção permanente enquadrada na categoria: Topo de Morro, e portanto, não pode sofrer nenhum tipo de intervenção, e o roçado é caracterizado como desmatamento (Sem contar que é uma propriedade particular). Não obstante, o cuscuzeiro também faz parte da APA (Área de Proteção Ambiental) Corumbataí, segundo decreto de 18 de junho de 1982, o que obriga que qualquer intervenção em qualquer área dessa APA (que abrange todas as cuestas desde analândia até São Pedro, Descalvado, incluindo São Carlos, Itirapina e outras cidades do entorno) exija automaticamente licenciamento ambiental. E para terminar: Como todo respeito cadetes: Vocês são fodas pra caralho, todo mundo sabe que depois dos correios vocês são a instituição mais confiada do Brasil (Forças Armadas). Pra que abaixar a zona de conforto pra isso? Se é pra fazer treinamento, que seja no pior lugar possível pra pouso, cheio de mato mesmo, superfície irregular, para que continuem mantendo o padrão! Eu peço desculpa aos amigos da AFA que estavam no cume do cuscuzeiro aquele dia, não tive intenção com esse desabafo de ofender ninguém, apenas usar este espaço para tentar explicar o motivo de porque não se deve roçar o mato no cume do cuscuzeiro.

Quem quer jogar um golfe no Cusco no finde?

Bom galera, por hoje chega, ia colocar umas sugestões de música, mas fica pro próximo post. Inté!