IV Encontro de Escalada de Arcos

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Bia na clássica Helicoidal, no terceiro Andar

Ahhh o Festival de Arcos.. Como não amar? Muita via boa junta. Um lugar onde você escala sem parar, toma espanco de uma, passeia na outra via do lado, volta, equipa, limpa. Repete. Tudo acessível. Muita gente boa junta. Ninguém reclamando que a via é protegida demais, nem de menos. Só escalando! Gente feliz? Uai, se não era, lá fica sendo rsrs

Vira e mexe a gente encontra um chato que reclama que o croqui tem “beta demais” ou que a via tem chapa demais. Mas tudo bem, o Rastro é praqueles outros 99,99999% dos escaladores que curtem escalar, e não reclamar (não que eu não reclame, longe de mim rsrs mas costumo reclamar por coisa mau feita, não caprichada demais). E lá essa galera se reúne e escala – e muito! Muitos setores. Vias na Sombra. Vias no sol. Vias com agarrão. Vias negativas. Vias de 30m. Vias seguras. Muitas. Vias. Democrático. Muito 6º grau com agarrão. Muito 7a “na promoção” (ADORO). Outros sétimos que são oitavo kkkk Mas os oitavos são oitavo mesmo! Mas é bom, mantém os máquinas ocupados. Tão ocupados quanto os seres humanos que vão lá pra escalar e se divertir com a galera, e fazem justamente isso!

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O Encontro de Arcos é uma festa da Escalada. Um dos melhores encontros de Escalada Esportiva do Brasil pois é tudo muito  fácil: Você vai lá pra escalar, então você vai lá e escala. Não precisa ficar 2h perdido no mato procurando via. Ta, eu sei, é conforto demais, tira o caráter aventura da escalada. Mas pra quem gosta de ficar perdido, tem pico que é mais aventura que escalada, e na hora de escalar é uma aventura. Em Arcos não: a gente vai pra escalar. Gostoso né? Em ARCO na Itália, o que fez a escalada sair do patamar de atividade marginal para um esporte popular e democrático (e os equipos de escalada se popularizarem e baratearem) foram justamente as falésias dentro da cidade que você vai caminhando, escala, escala, escala, depois desce e vai pro bar. A pé. Já estava mais do que na hora de termos um cantinho assim também!

Bem, não é dentro da cidade, mas de onde vc para o carro é tudo tão pertinho! A única excessão é o melhor setor de todos, o terceiro Andar, que fica na sombra o dia inteiro, tem 20 vias de 5º a 8a, base plana “child-friendly” mas tem que fazer a trilha de 15 minutos para o segundo andar (Ô que ruim), subir a escadinha de acesso e depois mais 5 minutos de caminhada (nossa, já cansei #sqn).

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Mochila Osprey Kestrel 48 incrível, cabendo tudo pra variar, e maguina Desfibrila. Fininho do jeito q eu curto!

E falando sobre o Encontro em si: IN-CRÍ-VEL!! Muita gente no abrigo, fora dele. Todo mundo escalando, organização de primeiro mundo. Comida da fazenda, pão de queijo, açucar com café… Minas né gente, o estado mais acolhedor do Brasil! (se bem que depois que eu conheci o Ceará, eu acho que pode rolar um empate técnico). A organização não deixou faltar nada, acho que não tem o que mudar para o ano que vem. Tipo, melhorar sempre dá, mas ficou evidente que a organização fez o máximo, o possível e o impossível que estava em seu alcance pra que ficasse perfeito. Prometo que ano que vem eu vou estar com voz e o Microfone vai ser meu na apresentação final e sorteio de brindes! hahaha

O foda foi que eu cheguei pro evento na terça com uma P… gripe. Chegava no fim das vias ofegante, fracooo… que tristeza. Até que no sábado comecei a apertar um negocin aqui outro ali  mas não deu pra entrar em nenhum projeto, que triste… Isso me frustrou bastante. Ainda bem que era festival e nem deu tempo de achar ruim, tava com uma galera bacana.  Well… mais ou menos hehehe O pessoal de São Carlos ficou numa casinha entre o abrigo e o pico. Mas eu preferi ficar na Geral com o pessoal de Franca. Aí o pessoal de São Carlos achava que eu tava com o pessoal de Franca. E o pessoal de Franca achava que eu tava com o pessoal de São Carlos kkkkkk E aí no final eu tentava juntar os dois grupos mas acabava indo sozinho pro pico (1h depois que todo mundo ja tinha ido) hehe

Mas foi bem massa pq no fim das contas deu pra escalar bastante, a galera aprovou as vias que eu pude abrir com o Ives e o Fabinho ano passado, e eu mesmo que não tinha entrado em várias, entrei, e pirei. É estranho, mas eu adoro as vias que eu abro rsrs  Tipo pai coruja achando que seu filho é sempre o mais bonito kkkkk

Finalmente mandei a Helicoidal, um clássico de Arcos no terceiro andar, e a  famigerada “Meia Seca” (quem me conhece sabe a história do nome da via hehehe 😛 ) um 7b de pés em aderência com agarras todas de lado ou invertidas, equilíbrio pra caralho e muita fé. E claro, entrei na Pilares da terra, um 6º cujo final teve a grampeação   sob a responsabilidade do Ives, e que ficou espetacular. A via é bem protegida pois tem um galho um certo momento da via, que passa bem atrás, e você tem que passar entre o galho e a pedra. 30m de puro regozijo numa escalada de agarras boas e final negativo de patacão com um pouco de técnica. Tem como não amar?

E claro, fiz um voluminho e perdi o medinho de uma via que tinha entrado quando tinham acabado de abrir e estava suja e eu tinha achado um terror. Desta vez, entrei, recuperei minha dignidade e recomendo a todos também a via “Meu amigo Stive” no vale das sombras. Aliás, por falar em vale, ali foi bonito de ver a galera malhando a   “Ho´ponopono” e a “Samsara”. Cadenas espetaculares da galera de Sanca e agregados, kamon! Ah! E a “Toko loco” também, incrível, negativo de batentões bons, só agarrão, um 6sup de teto no começo praticamente (depois fica vertical de agarras boas). Muito amor por esse encontro, esse pico, essas vias, essa galera! Agora passando a temporada de boulder volto pras vias e pros meus projetos que tive que adiar dessa vez.

Kamon!

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Valews, falows! =D (eu na Meia Seca)

Dando o ar da graça…

Sessão de fotos no Cusco "uns dia pa trás aí"

Sessão de fotos no Cusco “uns dia pa trás aí”

Eu percebi que apesar de eu continuar a postar coisas no blog com uma certa frequência mesmo estando lesionado, não tem a mesma graça nem o faço com o mesmo entusiasmo. Na verdade a inspiração vem à lá Chico Xavier e eu vou escreveeendo, escreveeendo.. e beleza! Mas parece que quando eu tenho coisas a contar é mais legal. Eu venho correndo contar as coisas que aconteceram no finde! E veja que eu nem mencionei que era pra contar as cadenas alucinantes do finde (nossa, quanto tempo que eu nem sei o que é isso Snif Sniff… 😦  ) mas só de compartilhar como foi agradável ter passado momentos num ambiente natural, usando os equipamentos que eu amo tanto em companhia dos amigos, dando risada… Mas enfim, a música não para e o show tem que continuar não é mesmo?! Então Vamos lá. Algumas semanas atrás aproveitei o vagaroso regresso e fiz sessão de fotos com meus modelos favoritos: Mimimoto Shimoto, Bia e Guilherme. Tava vendo no Face da Bia só tem foto minha, e pude reparar que eu também só tiro foto dela, acho que se tivesse um ranking de fotografados acho que ela estaria em primeiro tipo com quase 10 sessões de foto parado em base de via tirando foto só dela! Na frente da Marta e até mesmo do Beto, Mas veja! Confira comigo no replay, como ficaram algumas das fotos na Manga com Leite no Cuscuzeiro:

Começando com ela, a melhor e mais forte escaladora Botucatuense!

Gabriela "Bia" Pedroso de Alcântara e Albuquerque Ponce de Leon Berenice de Oliveira

Gabriela “Bia” Pedroso de Alcântara e Albuquerque Ponce de Leon Berenice de Oliveira

E na sequência com o Garoto prodígio que mandou a Caixa de Pandora mais rápido com menos de 10 intentos:

Guilherme prestes a sair do chão

Guilherme prestes a sair do chão

E no final mas não por último, ele que por ter descendencia japonesa curte boulder pra ficar mais a vontade com as medidas de baixo comprimento.. O melhor e mais forte escalador residente na cidade de Araraquara:

Shimotenho na manga com leitxiii

Shimotenho na manga com leitxiii

E depois ainda fomos pra Distúrbios de Jah que desde o meio de Abril já está escalável (leia-se: parou de chover). Vou colocar todas numa galeria só pq se não fica mta coisa, ceis tão ligado né?

Tem Deus do outro lado extendendo a mão pra ele, mas não saiu no enquadramento.. (ia estourar o branco)

Tem Deus do outro lado extendendo a mão pra ele, mas não saiu no enquadramento.. (ia estourar o branco)

 

E é isso galerinha, apesar dos milhares de vídeos acumulados interessantissimos, deleita-los-ei apenas com essas pinturas por hoje!

Ah! Antes que eu me esqueça, a zueira é infinita e não pode parar né?! hahaha da um “fraga” nestas pinturas… 😉

Obra de arte do Pintor Michelangelo: Obra só teria sido concluida contanto que os corpos dos homens nus estivessem "se tocando"

Obra de arte do Pintor Michelangelo: Obra só teria sido concluida contanto que os corpos dos homens nus estivessem “se tocando”

Deus, me dê um costurão pra eu passar por esse lance da via....

Deus, me dê um costurão pra eu passar por esse lance da via….

Arcos: Novo point adicionado aos Favoritos do SCPT!

SCPT e a família do Rastro de São Pedro: As meninas Iá-Iá com a Nanica,  Tatá e ao fundo a direita, a Célia e o Victor.

SCPT e a família do Rastro de São Pedro: As meninas Iá-Iá com a Nanica, Tatá e ao fundo a direita, a Célia e o Victor.

Certeza que tava todo mundo curioso pra saber como que foi o último roctrip do Sanca Pression Team. Foi SEN-SA-CIO-NAL!! Quem não foi perdeu uma das melhores trips dos ultimos tempos do SCPT!! Muitas vias de qualidade, equipamento perfeito classe A, negativos de agarrão, muita escalada a vista, um monte de sétimos em promoção e um ambiente família out-of-this-world.

O abrigo é na verdade a casa de uma família que nos acolhe tão bem que nos sentimos em nossa própria casa. Há a casa deles, e bem do lado a casa dos escaladores, que é mais um apoio pois é uma salinha, um quartinho vazio, uma cozinha e um banheiro e nós devemos ficar acampados. Mas mesmo com a proximidade com a casa dos donos do local, ficamos realmente super a vontade e o ambiente foi muito agradável desde o começo. A Maria Célia inclusive nos guiou desde o segundo semáforo da BR (do restaurante pulo do gato) em Arcos até o local, que não tem erro, olha só:

Indo pela BR de Pains até Arcos, um pouco depois do segundo semáforo (que tem na BR mesmo) já em Arcos, entre à esquerda 1m (um metro) depois de passar embaixo do pontilhão de trem e siga beirando a ferrovia. Pouco depois de se distanciar dos trilhos vem a primeira bifurcação e você deve pegá-la pra direita. Daí pra frente é tudo esquerda nas bifurcações até a estrada acabar na porteira da fazenda do Rastro de São Pedro, são 7km. Quem toma conta é o Casal Maria Célia e o Victor, com as meninas Iá-Iá e a Tatá, e sua fiel escudeira, Nanica! O Ambiente família não podia ser melhor e já no primeiro dia a Célia (Célinha) acompanhada da Iá-Iá (que ia de pé no chão mesmo, no melhor estilo criança feliz e ativa) e a Nanica nos mostraram algumas vias e setores, que elas conhecem porque também escalam, para irmos começando, já que não tinha mais ninguém para nos orientar.

Primeiro dia, primeira via: Chifrinho! Detalhe para a calça do Raul. 1 semana de escalada em Arcos pode deixar sua calça de escalada nova igual a essa de 10 anos do Raul.

Primeiro dia, primeira via: Chifrinho! Detalhe para a calça do Raul. 1 semana de escalada em Arcos pode deixar sua calça de escalada nova igual a essa de 10 anos do Raul.

No primeiro dia estavamos só o Beto, o Raul (borracho) e eu. Pudemos aquecer em dois 6sups (café da manhã e Chifrinho) no setor onde ficam algumas vias clássicas do pico como Faixa de Gaza 7a e Amigos do rastro 7c. Mas não aguentamos e logo tivemos que ir na parede principal que parecia alucinante! Entramos em duas linhas que não sabíamos nome muito menos o grau, mas que realmente deixou a gente pilhados pela beleza. Estavamos no esquema todos a vista e o Raul avistou a primeira, Beto a segunda e quando eu fui avistar a terceira tomei umas picadas de abelha e tive que abandonar. Depois descobrimos que havíamos entrado nas vias mais clássicas do pico: Extraordinária 7b e Entre o sol e a Sombra 7a. O Beto deu um pega na confusão mental mas nãaaaaooo conseguiu, já estava destrambelhado, e eu no fim do dia tomei as picadas na Sacafraga, que ia avistando muito bem! (kkkk é um 6sup seu tonto). Eu tava naquelas de ir sentindo qualéqueera, pois tinha ficado 2 meses sem escalar direito por causa de dedos podres, mas graças à sessões de acupuntura com tratamento de choque pesado, rolou escalar de boa, e daí pra frente foi só apertar!

Sem um beta tão bom, tivemos que ir buscar os reforços do Time de madrugada próximo à linha do trem, e no dia seguinte já levamos todo mundo pra aquecer nas vias que tinhamos feito no dia anterior, e nós, que já tinhamos escalado-as, fomos no setor “corredor” e aquecemos num sextimo muito legal. Logo fizemos a via “Parceragem”, e eu sofri (do tipo fazer tudo errado entrar pro lado errado, vish, corda no pescoço, nusss) com a entrada na canaleta, mas acabei mandando. As meninas Isa, Ju e Bia estavam ali na Café da manha e Chifrinho com o Gui, e ficou tudo equipado, do corredor até a faixa de gaza, incluindo a lenços umedecidos (8b/c) que o Beto mandou (O Gui também, não?). Entrei a vista na faixa de gaza e foi só curtição, adorei a via, claro. Mas o mais legal foi ter entrado à vista na “Amigos do Rastro” 7c. No primeiro pega caí pra costurar a segunda, gastei demais, achei que tinha um descanso onde nao tinha, e depois disso tudo (de cair) ainda fiquei sabendo que o blocão na esquerda da via, deonde se pode descansar horrores (é aqueles blocos que vc passa a 1cm de distância com cuidadinho pra não relar, pq tá encostada, 20cm pra direita da via) não vale e é considerado dar Curintxa na via. Ok, ja tinha caido mesmo, vamo lá. O Raul entrou em flash, leu direitinho, mas se embananou com os pés, pegou na mao errada no crux, e eu querendo ajudar atrapalhei e ele perdeu a cadena… No meu primeiro pega, ensaiei bem, tirei bem o move do crux que achei incrivel, e depois de mandar um Twix dei o segundo pega e mandei, u-hulll via da hora demásssss. Já tinhamos incorporado pro SCPT o doisberto, que na verdade é Webert, vulgo Beto, e no fim do dia fui dar uma seg pra ele na Suor de Cachaça 8b ali no setor da onça mas já tava semiescurecendo nem rolou outras escaladas, só ajudamos a tirar melhor o move do primeiro cruxzinho ali debaixo. Achei a via bem dura e totalmente destoante do resto do pico, que tinha tudo agarrão. Ah, sei lá, pra entrar em vias assim fico em itaqueri. Ali com tanta via negativa de agarrão, pra que o sofrimento gratuito?! (tem que ver até onde vc quer se desafiar) hahaha E pior que o Beto mandou ela no dia seguinte quase em flash, caindo no final, necessitando só dois pegas.

Ta fóoorte hein nenéim?! :) Isa na Faixa de Gaza estreando sua sapatilha autografada  que ela ganhou da Steph Davis

Ta fóoorte hein nenéim?! 🙂 Isa na Faixa de Gaza estreando sua sapatilha autografada que ela ganhou da Steph Davis

No final do segundo dia o Peixe, escalador e conquistador local me mostrou o caminho para o setor “Segundo Andar” e lógico que a gente alucinou né. Levei toda a galera pra lá no terceiro dia, e a galera já saiu equipando TUTOOOO. Comecei fazendo um sextinho ali na direita da entrada do setor, que fica logo à esquerda de um quintinho um pouco mais na aresta. Demais, com direito a lacona que canta uma sinfonia no final (e que vc tem que pagar um montê nela kkkkk). Depois o Raul mandou a vista a Café, Cachaça e Tabaco (Cafe e cigarro, muñequito de Barro) e eu mandei na sequência. Entramos pra limpar um 6sup/7a meio esquisito ali na direita da café, tabaco cachaça que também tinha que se puxar numa laca gigante que ia afinando, quase um totem… achei estranha. Mas a via mais filé do setor foi a Golden Fish 6sup, pra direita da Cafeína (7c). A cafeína é uma via bem negativa que sai numa proa bem no meio do setor, e à sua esquerda (bem na frente dela) tem um quinto muito massa, onde eu rasguei minha calça favorita de climb :/

ÓOO.. rasgou a bermudinha foi? Deixa eu tocar uma musica pra vc no menor violino do mundo.. (piada interna São Carlos Pression team)

ÓOO.. rasgou a bermudinha foi? Deixa eu tocar uma musica pra vc no menor violino do mundo.. (piada interna São Carlos Pression team)

No fim do dia fomos pro setor da Onça com a Natalia, que tinha ido junto com o “Beto de minas” pra Arcos e no primeiro dia tinha mandado a Faixa de Gaza, e tinha acabado de mandar a Golden Fish. Ela nos mostrou a Incrível céu de arcos e a Mãe Gaia. Mas quando o Raul tirou o primeiro pé do Chão, começou a chover horrores. E não escalamos mais nada pq faltava tipo uma hora pra escurecer.

Nati fazendo a Golden Fish a vista!

Nati fazendo a Golden Fish a vista!

E de noite o pessoal da casa fez uma festa Hippie, foi muito legal. O Beto e o Raul pra variar puderam experimentar a Cachacinha mineira e o Borracho do Raul deu trabalho mais uma vez… tanto que no dia seguinte, ainda de ressaca, acordou “pronto”  pra escalar:

FAZÊ UMA SOPA PA NÓIS!!

FAZÊ UMA SOPA PA NÓIS!!

E no último dia tive que ir com o Beto no segundo andar limpar a Cafeína, que ele tinha deixado equipada no dia anterior pq começou a chover. Pelo menos ele mandou!

Beto prestes a entrar na Cafeína, no segunda andar.

Beto prestes a entrar na Cafeína, no segunda andar.

E aí esqueci minha câmera pra poder ir leve pro segundo andar, fui só com o ropebag, cadeirinha e sapata. Na volta descemos pro setor da onça, onde estavam todos equipando a Incrível céu de arcos e a do lado, ambos 7b’s. Aqueci equipando a Mãe Gaia, 7a, via linda!!! Pena que no meinho tem um cruxzinho esquisito, certeza que tinha uma agarra que eu nao vi, dei um semicurintxa quase chegando na via da esquerda, mas no final consegui mandar a vista sem cair nem roubar de fato. 🙂 Aí entrei a vista avista mesmo no 7b incrível céu de Arcos e foi massa. Não mandeeeeeiiii… kkkkk Mas foi ótimo, tomei uma quedinha bem besta pq tava bombado, mas foi bom pro psico perder qualquer resquicio de medinho e tocar pracima na sequência fortinha do crux e fazer a melhor virada de teto que eu já fiz na vida la em cima. Muuuito da hora!!

Pois muito bem, descemos, arrumamos as coisas e partimos! Queremos muito voltar com a metranca! Muita pedra pra abrir via! Vamos torcer para as pedreiras não comerem tudo que tem por ali, porque ta chegando perto! Com as explosões muitas vezes o chão tremia e 7segundos depois vinha o barulho, foda!

No fim do dia, fotos sequenciais:

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Eu, Raul, Iá-iá, Gui, Ju e Tatá com a Nanica no colo!

Agradecemos MUUUITO à familia que nos acolheu tão calorosamente e nos deixou tão a vontade para voltarmos, nos fazendo sentir parte da família! Valeu demais Victor, Maria Célia, Iá-Iá, Tatá, Nanica e os gatinhos Lilica e Ripilica!

========UPDATE========

As gatinhas chamam-se Pois é e Pois não, e não Lilica e Ripilica!

Umas fotos da camera da Bia que eu não tinha visto!