Feriado em São Bento – Chuva e cadenas a vista!

Aquela Seg "ishperta"

Aquela Seg “ishperta”

Pois é, no feriado de tiradentes fomos pra São Bento depois de 1 ano. Enquanto a galerinha do bem ficou na casa da “Ju, CV, Russo e Greg”, o Ives, a ML e eu ficamos na casa das amigas de SampaMeoo Silvia e San. Fomos muito bem recebidos, e a vibe é alto astral total! Ainda no domingo conhecemos também a Laís e até a Jan e o máquina Felipe Ho apareceram por lá pra dar um salve (pra San né, hahaha).

Aí no primeiro dia fomos com elas pra Divisa, onde pude testar mais um pouco as sapatas novas que estou avaliando, tanto da Spyffer quanto as Tchecas Triop. A Látex da Spyffer tenho usado ha um mes e tem o calcanhar melhor que o da five ten (o que não é muito dificil cá entre nós), e a borracha até agora tem cumprido o que promete. Sugeri algumas alterações como o fecho mais justo e os modelos disponíveis na Quero Escalar já estão com as modificações. Ela é bem agressiva, não é uma sapatilha DURA como a miura, é mais parecida com a cobra, inclusive o couro, mas veste bem no pé e tem boa adesão nos regletinhos. Eu brinco e digo até que parece o sistema no edge porque é bastante sensível e onde você bate o pé ela gruda. Enfim, mandei a Gripe Espanhola no setor tetos na divisa, um 7a que todo mundo que mandou 7a/b a vista como a It´s only rock and roll e a chão de giz aquele dia, não mandou, e achou que poderia ser um 7b hard ou 7c.

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Marina e Cleverson fazendo combo “Double Pose” com a mãozinha hehe

 

E por falar em 7c mandei meu primeiro 7c a vista! Fui pro setor comunista e mandei a “Quem mandou não estudar”. A via é muito legal, estava equipada e fiz uma leitura muito boa (o que pra quem conhece a via sabe que não é lá mto dificil). Aí as suspensões no tecido e no trapézio nas aulas de circo com a Trupe Uaaah! e a estabilização dos antagonistas e core na Equilíbrio corporal fizeram a sua parte – pois não tenho feito treinos específicos pra escalada nos ultimos meses por conta da dor no ombro.

Segundo dia, paredinha...

Segundo dia, paredinha…

No segundo dia rolou um disse que disse que não me disse. A galera do bem ficou de passar na nossa casa logo cedo pois lá nao pega celular, estávamos no pé do Baú e iríamos fazer parede. As 8:30 estávamos prontos e nada. 9:30 e nada. 10:15 saímos e a caminho descobrimos que eles já estavam lá nos esperando. 40 mins depois, quando finalmente chegamos ao pé das vias no Bauzinho depois de pagar a taxa de acesso/estacionamento, Ives e eu descobrimos que Isabeto convenientemente resolveram fazer a via que nós dois vinhamos comentando que queriamos fazer há dias. E toca esperar a primeira dupla. Nós na Homem pássaro, a dupla Honnold-Caldwell Cleverson e Greg na Galba, que a fizeram em sei lá, meia hora. Aí o Trio parada dura: Bia, Marilands e Marina, com pouca experiência acabaram sendo auxiliadas por um pessoal de SP, e o Hugo acabou dividindo a cordada com a ML. Eu e o Ives fomos revezando as cordadas, dividindo parada com Isabeto na HP, mas na quarta enfiada desabou a maior chuva, e tivemos que abandonar. E uma vez no cume do Baúzinho esperamos as meninas terminarem a via prussikando em cordas fixas sob a orientação do Hugo. Eu fiquei com a impressão de que a intenção nas mudanças da situação do Baú até que foram boas, mas o que se recebe não é o que se espera. Você paga pra entrar e estacionar o carro, e de cara encontra alguma infraestrutura. Para chegar no cume do do Baúzinho (onde antes se parava o carro) agora é preciso fazer uma caminhadinha. Até aí tudo bem. Mas o estacionamento atual causa muito mais impactos ambientais do que ir de carro até o local antigo pois a estradinha de nem 300m de acesso a esse estacionamento está em péssimas condições, parece um rio de lama quando chove e a parte baixa do estacionamento já está acumulando uma grande camada de lama sobre a grama provocada pela erosão acelerada da estrada. Foi por muita sorte e destreza dos motoristas ter conseguido sair dali pois depois da chuva a estrada se tornou um lamaçal. E se tivesse tido qualquer problema, acidente ou incidente antes havia uma casinha próxima ao cume do Baúzinho onde poderia ser guardada uma prancha rígida ou um kit de PS. Mas no final deu tudo certo, apesar de termos tomado a maior chuva. Ah, fiquei puto também pois meu Anorak/capa de Chuva Colúmbia com tecnologias Omni-Tech e Omni-weak-Evap se comportou como um moleton molhado. Mesmo fechado, molhou inteiro por dentro, enxarcou meu saco de magnésio, não fez diferença alguma na escalada e na proteção contra chuva. Aquelas capas de chuva amarelas do “PicaPau desce as cataratas” são mais impermeáveis com certeza.

Como tinhamos acordado a toa cedinho no domingo, na segunda acordamos tranquilamente e fomos para o frade sem muita pressa. Tínhamos a localização GPS do pico, do estacionamento, da entrada na rodovia, então chegamos por lá uma da tarde. Foi Bater na pedra, caiu uma chuvinha de verão de uns 15 mins, suficiente para nos espantar para o setor da direita, com algumas vias bem negativas com agarras boas. Delicia! Adorei a via Freddie Mercury, mas com agarra quebrada acho que a via deve ter subido de 7a para 7c/8a. E depois dela, fomos conhecer as vias no outro lado do pico, mas ficamos um pouco decepcionados com as trilhas e o pé das vias que carecem de manutenção. Então, mesmo com muita gente no platô, insisti em dar uma chegada ali no setor barcelona. Pude então entrar na via sem noção, um 7c que após longa batalha na segunda chapa, acabei mandando a vista também. Esta eu mandei com uma das minhas sapatilhas tchecas, a Triop modelo phet maak, que é mais durinha e tem um calcanhar bastante confiável. Fiquei muito feliz, não entendi muito bem o ocorrido. O final foi uma luta contra o tijolamento, tive que usar e abusar do posicionamento para fazer as costuradas gastando o mínimo de energia, e focar nos movimentos pois indo pra base realmente até pensei que pudesse cair mas aí utilizei aquela concentração da meditação, de focar no que é importante, esvaziar os pensamentos e Vualá. O Ives coitado, que acabou não escalando muito pois foi equipar umas vias fáceis pra ML e ela fez a desfeita de nem entrar. :/ E na hora de ir embora aquele pasto parecia uma rave, várias headlamps perdidas indo pra lá e pra ca sem achar o caminho certo do estacionamento. Aos poucos quase 20 escaladores foram chegando depois de terem ficado altamente perdidos e se orientado pelas headlamps dos que chegavam ao estacionamento e as deixavam ligadas no modo estrobo para ajudar os coleguinhas.

Na freddie Mercury, no Frade

Na freddie Mercury, no Frade com a Triop que brilhou muito

Ives na Freddie Mercury

Ives na Freddie Mercury

Pedra do Romão - Bases de vias tão boas que se seu carro passar no crux da estrada é até Kids-friendly!

Pedra do Romão – Bases de vias tão boas que se seu carro passar no crux da estrada é até Kids-friendly!

No último dia, combinei com um amigo de Facetoba, o Samuel de Cachoeira de Minas para conhecermos uma falésia nova – a Pedra do Romão. A Quero Escalar até tinha doado umas chapas pra ele abrir umas vias lá. O Carrinho nem subiu até o final pois já estava carregado com as malas pra ir embora na sequência, mas a caminhadinha é beem de boa. O Pico suuuuuuper bem organizado. Trilhas bem marcadas, degrauzinhos, croqui das vias em garrafinhas no pico, nossa, pico gringo mesmo, achei demais. Entrei em umas 3 vias mas nossa, realmente fiquei muito feliz em ter podido contribuir com o desenvolvimento desse pico. Parabéns Samuel e aos locais pelo trampo, valeu a pena, com certeza vocês verão mais visitantes em breve, recomendo a todos que tiverem cansados do eixo “Divisa-olhos” e quiserem conhecer um pico esportivo novo ali na região de São Bento, vale muito a pena!

Puberdade, 7a - Pedra do Romão

Puberdade, 7a – Pedra do Romão

E aí, já mais perto de Sanca (pois agora descobrimos um caminho pra SBS que paga R$9,0 de pedagio contra os 50 de campinas e que demora a mesma coisa só que sem congestionamentos em vésperas e retornos de feriados) voltamos pra sanca pra encarar a realidade. E no fds seguinte, já fui pra Franca com o Wagner abrir via num pico novo (e desta vez não é primeiro de Abril – mas o pico ainda não está liberado: há muito trabalho a ser feito – tanto de trilhas, quanto de vias). Mas esse assunto fica para um próximo post!

Em breve, aguardem...

Em breve, aguardem…

Vídeos e a Polêmica da Nina e da Sasha

Os mano trad pira nas fenda chapeletada...

Os mano trad pira nas fenda chapeletada…

O post de hoje vai compensar a ausência com vídeos de encher os olhos. Qualidade gráfica, roteiracional e com direito a polemica!

Começando com esse vídeo em “Câmera Lentcha” de uma das etapas da copa do mundo de boulder, awesome!

O segundo é um spoiler pra quem quer mandar a vista a primeira via de 10c do mundo, Punks in the Gym. O cara vai narrando tin-tin por tin-tin todos os passos e “muves” da via.

Agora a polêmica Nina Caprez, que mandou um email pra Sasha sugerindo que não escalasse uma via de big wall (uma das mais foda do mundo) pois Nina e seu mino (Cedric Lachat) tinham planos de escala-la e iria ter conflito de interesses (e muita gente na parede ao mesmo tempo, o que poderia comprometer a segurança dela e da equipe). A comunidade e a mídia sensacionalista já caiu matando, mas entre as duas o que se notou foi um respeito e uma lógica de: É, se vai ta ocupado pq ela vai chegar primeiro mesmo, então eu vou em busca de outra via. Ponto pra duas, menos pra galera que fica jogando gasolina pra ver se vira treta e pega fogo hahaha. Leia aqui a entrevista da Nina em espanhol para a Desnivel, explicando que não foi nada disso que estão falando por aí de “treta”. Enfim, o vídeo nem tem nada a ver com a treta e sim do primeiro 11b (8c+) da Nina. Via linda, video bonito, com direito a 9a do Mino dela, o careca Cedric.

E quem passou pelas terras brazucas e nem deu um salve pros trutas foi a Mayan Smith Gobath, que por acaso encadenou aquela Punks in the Gym ali em cima, em 2012. Entrou, não falou nada, ninguém ficou sabendo e nem de mim se despediu. Nem arrancou chapas de vias alheias, nem criou polêmica, nem abriu via onde não podia. Deve ter lido esse post sobre “dicas para gringos virem escalar no Brasil” heheheh. No vídeo parece que rolou um certo pânico com os esticões nas croquinhas de nono grau da via Place of Happiness na Pedra Riscada, não conseguiram repeti-la em apenas um dia como era a intenção e no final nem acharam o fim da via pq não existia chapa pra guia-los no final dos rampões até o cume (mostrando que os superatletas patrocinados são gente também). Enfim, bom vídeo:

No final mas não por último, um vídeo da simpaticíssima Ana Stohr escalando uma via clássica que ficou muito famosa nos anos 80 (e aqui nos 90 quando chegaram as fotos) pelo movimento torcido em que se paga o crux. Movimento esse que inspirou e resolveu o final da uma via na lapinha, a Realidade da coisa, se não me engano, no setor da Savassinha.

E pra finalizar, um vídeo de um grande escalador Trad, mandando uma via com móveis colocados. Até aí tudo bem, mas aí um espertalhão veio “questionar” a autenticidade da cadena pq ele estava escalando com as peças postas, e isso “não vale” (hmpf… Juêi…). Aí ele responde (nos comentários do vídeo, confira) algo tipo: Fi, tava dando um relax com os trutas, aquele dia tinha uns manos que tambem queriam entrar na via mas não tavam muito confiantes nas colocação de proteções nesse grau, e mesmo que estivessem ia demorar muito ficar colocando e tirando toda hora, por isso deixei memo, e foi melhor pra todo mundo aquele dia no pico: todo mundo escalou, se divertiu e deu tempo de todo mundo escalar. Aí a discussão acaba tipo: Cri.. Cri… Cri…. Cri…. 🙂 (mas que não vale não vale kkkkkk) 

E por hoje é só! Ainda essa semana vou tentar fazer o post de Arcos, me mandem suas fotos!!

 

Yin – Yang

O Equilíbrio das coisas

O Equilíbrio das coisas

Muitas vezes eu fico na dúvida se existe isso mesmo de Yin-Yang. É tanta coisa boa que acontece que parece que o balanço geralmente acaba sendo positivo. Mas de vez em quando acontecem umas e outras que nos fazem lembrar do equilíbrio das coisas. O Feriado em São Bento foi atípico. Muitas cadenas, muitas risadas, projetos concluídos e metas alcançadas, outras nem tanto. Mas qual o preço a se pagar por uma cadena? Uma lesão? Será que vale a pena?

Meus projetos para essa viagem eram a Psicose, 8a na pedra da Divisa, e Rock and Roll na Catedral, na Falésia dos Olhos. Nem curto muito os olhos (muita regletera), mas como fomos pra SBS só pra Ju entrar no seu projeto de longa data, arranjei um projeto lá também. No primeiro dia tava sol, fomos pro Tetos. O Ives caiu de “jão” no primeiro pega na Hellraiser e na It´s only rock and roll but I like it. Uma saiu de segundo pega mas a outra precisou de mais empenho (ou seria descanso?). Eu entrei me batendo todo na Psicose logo depois de aquecer na Tufão. Fritei a Bia mil anos na seg e depois de um tempo resolvi inventar um jeito inovador pra minha altura no crux, pelo qual através de alguns entalamentos, já alcanço a agarra que todo mundo da um bote e evito ter que apertar um regletinho ignorante. Daí pra cima é só gritaria porque é negativo de agarrão mas vc já vem torado do Crux e cada agarra e cada pé movimentado é uma luta. No segundo pega não estava muito confiante mas depois que fiz com maestria a primeira parte que havia me batido no primeiro pega, senti uma torrente de glória. Executei com precisão o crux, peguei a estrelinha do Mário Bros. e saí apertando rápido como se não houvesse amanha. Ô Grória! Primeiro dia, primeiro projeto caído! Enquanto isso ouvia rumores de que no Pilar central a Taís do Greg mandara a Kaliya, seu primeiro 7c, o qual, momentos antes, a Bia havia mandado à Vista! A menina estava com tudo e o feriado prometia.

No segundo dia todos mais ansiosos que a própria Jú, já fomos direto pros Olhos sem nem olhar a previsão do tempo, que mandou um sol lascado de trincar a parede. Aì o Yin Yang da Bia Aflorou. Chegando no pico, um cavalo aparece estribuchando perto da cerca já próxima da torre de alta tensão, provavelmente mordido por uma cobra. Aí a Bia prontamente se voluntariou a voltar pra casa do dono e avisar (detalhe, o cavalo estava do lado de lá da cerca). Chegando lá, ninguém. Só um cachorro. Que saiu correndo, babando, espumando, vindo em sua direção.

Agora imagina a cena em câmera lenta...

Agora imagina com um pitbull raivoso…

Ela aterrorizada pela figura errante vindo em sua direção, sai correndo como num filme de terror em que a mocinha corre do tarado estuprador vilão. Mas, em suas próprias palavras, se ficar o bicho pega se correr o bicho come. Após alguns metros, uma mordida na bota que a derrubou de joelho no chão, mão direita direto na terra. Ao se ver rodeada por uma fera de dimensões colossais, sentindo o sangue escorrendo pelas pernas e imaginando-se sendo devorada pelo raivoso animal como a um Zumbi de walking dead que devora a um humano degustando órgão por órgão, tripa após rim, coração após fígado, ela rapidamente levanta e, tal qual numa cena de perseguição hollywoodyana, se joga desfiladeiro abaixo rumo ao lago, buscando subterfúgios para que pudesse salvaguardar sua vida daquela fera de proporções e intenções subjulgadas. Só que eis que no lago havia patos extremamente territorialistas (ou seriam gansos?). Mas esses compadeceram-se com a cena de dona Maria Gabriela e atacaram em bando o cachorro, que foi devorado em poucos segundos pelos agora raivosos patos vingadores, os superpatos!

Ta, a história entra para a ficção a hora que os patos devoram o cachorro, mas até aí é tudo verdade! Bia ainda teve as moral de subir a trilha toda em sopa de volta até as vias rastejando e pedir resgate. O Joelho aparentemente precisaria de pontos e a mão de gesso. Sorte que não precisou de nada disso, mas o climb do feriado pra ela estava over.

Todos ficamos muito abalados com a história e a Ju entrou na Bulls pra equipar sob um sol de meio dia com a rocha fritando um ovo de tão quente. Eu ainda esperei até umas 3 da tarde pra equipar a Rock and roll na catedral, mas demorei horrores pra tirar todos os moves, também me sentia levemente abalado, não sei se pelo cansaço do dia anterior. O Ives equipou a Sonho de ìcaro. E eu, vendo que a noite se aproximava e que não queria entrar “de noite”, não esperei mais que uns 40mins e já entrei de novo, se não pra mandar, pelo menos pra equipar. E parece que tinha tirado muito bem os movimentos. Executei com maestria a maioria dos movimentos menos o da terceira chapa, que é um dinâmico meio de lado com um calcanhar direito segurando pra não abrir a porteira. (calcanhar o qual não to podendo usar por causa de uma contratura na panturrilha desde Arcos, na via Estréia). Mas fiquei impressionado com a leveza com que pude fazer a travessia pra direita que havia me custado tanto no primeiro pega. Rolou até mantel pra ficar em pé! Aí sim eu comecei a sentir uma torrente de glória (ô grória), e a acreditar que talvez pudesse mandar. E fiz isolando um regletão de esquerda que respira ofegantemente pra chegar nos buracos ao lado da ultima chapa. Dali pra cima foi respirar fundo, e escolher com que mão clipar a base. E aí veio o meu yang. Após duas cadenas sensacioníveis, uma dor num dedo da mão direita que eu não sentia ha mais de 2 anos. 😦 E os dedos da mão esquerda que tão sempre reclamando estavam bem! Ah, detalhe para o Raul que mandou a Dark Nectar, 8c no segundo pega! Voltando à forma que as cachaças e comidas brasileiras tanto tem lhe custado!

Fomos conhecer o setor Corujas no dia seguinte. Estava me sentindo bem cansado, e entrei na África apertando aqueles regletes como se fossem os últimos. Béee.. dedo reclamou. Depois entrei na C4, fui pagar o cruxzinho com uma puxada de perna direita e Bééé… panturrilha doeu horrores. Entrei na efeito moral, uma delícia, mas aí o corpo já tava pedindo pra parar, pegava nas agarras (enormes por sinal) e o braço respondia bem, poderia costurar à montê, mas o resto do corpo tava mole. Parecia que eu poderia dormir a qualquer momento no meio da via. Aí pedi pra descer, quando para de ser divertido eu paro. Só me restava a motivação de equipar uma via pro parça mandar, e fui correndo com o Ives lá no Tetos, equipei em tipo 10 minutos a It´s Only Rock and Roll às 17:20 pra ele poder entrar e mandar ainda com luz. E não é que o viado mandou?! A-hul! Depois de dois dias de muito aprendizado e yangs, finalmente um Yin pra ele! hehehe O Beto ainda mandou a Vôo da Coruja à vista! Not bad hein?

O último dia foi dia de Belay Bitch pra mim, enquanto o pessoal fazia volume no Quilombinho, eu só na seg e no joguinho do São Carlos Pression Team que eu tinha deixado em cache no meu celular. Consegui chegar no final e descobrir que era o último personagem da equipe!

E acabou-se mais uma trip. Muitas cadenas alucinantes no começo, e no final um ritmo um pouco mais lento. É, quando a cabeça não quer, não tem corpo que acompanha!  Ainda acabamos comendo um X-tragédia no centro de SBS pra fazer hora e pegar estrada depois das 8 e evitar congestionamentos, o que se mostrou de certa forma muito proveitoso. 🙂

Agradeço a todos que estavam no pico e tiraram tantas fotos minhas que nem soube quais escolher pra por no post! Menos à Bia que tava no Canadá hehehe

Próximo feriado, 1º de Maio, Arcos?

Escalando no Rio de Janeiro

Casal de marmotas escalando pelo Rio

Casal de marmotas escalando pelo Rio

Se vocês estavam ansiosos pra saber como foi a viagem deste coleguinha de vocês aqui durante o feriado, imagina o coleguinha aqui para saber como foram as escaladas de todos vocês! Mas, como nem todos tem blog, depois a gente se atualiza. Vou fazer a minha parte e narrar os acontecimentos no feriado! (Antes uma musiquinha temática para o post hahaha)

Embarcamos pro Rio na quinta a noite, e, após uma longa noite de viagem, chegamos sexta cedo na casa da Naná, que estava trabalhando, mas fomos recebidos pelo Rô, que nos foi super hospitaleiro. Enrolação básica de sempre, e já saímos pra aproveitar o dia. A Marta nem sabia o que a aguardava. Fomos caminhando de Botafogo direto pra Urca, e para o primeiro dia resolvemos fazer a clássica Coringa, que é um 3° grau (3° sim, III só se for na Itália). Terceiro Grau carioca né? Na segunda enfiada passei um veneninho naquele cruxzinho de aderencia pra subir o pé esquerdo, com o pino 1m pra baixo do pé e o próximo 1m pra cima… fui.. voltei…fui… voltei… aí quando eu já tava quase pedindo arrego achei um jeito e acabaram-se os meus problemas. Também estava usando pela segunda vez uma sapatilha nova, uma Anasazi Verde, com solado Onyx, que brilhou muito. Pouco a pouco eu fui abusando cada vez mais e ela foi correspondendo. Fui subindo, ia testando, e a Marta vinha como se estivesse andando na rua. Mas de segundo… ahh como eu queria! Na terceira enfiada, que não tem parada pra nego não fazer rapel (em breve tem parada no cusco que vai estar assim também) eu coloquei os tricams que eu levei mais um Friend do Rô justamente para chamar a segunda, e já era. Aí foi tocar pro cume pelo costão, ser visto como um macaco de circo pelos turistas que nunca tinham visto um mosquetão na vida, e descer de bondinho até a Urca. A Caminhada pra casa foi tensa, estávamos bem cansados pois não tinhamos almoçado, o café da manha tinha sido um salgado e um suco, e durante o dia tinhamos mandado ver uns amendoins e talvez uma banana. Mas ainda tivemos forças pra ir jantar com o Rô e logo depois encontrar a Naná na Pedra do Sal, a pedido da Marta que queria não só escalar mas fazer um turismo geriátrico cultural pelo Rio.

Martinha terminando a terceira enfiada da Coringa no Pão de Açúcar

Martinha terminando a terceira enfiada da Coringa no Pão de Açúcar

Sei que no segundo dia acordamos vagarosamente tarde, fomos almoçar num vegetariano com um casal de amigos muito gente boa do Rô que vieram de Sampa Meoo e logo depois fomos pra Babilônia fazer uma viazinha de algumas enfiadas pra aclimatar ainda mais nas aderências e nos esticões insanos cariocas. Cada vez eu fui ficando mais a vontade com a sapatilha nova que é muito confortável (mas não a ponto de dar seg com ela) e com as aderências. A noite fizemos umas tapiocas caseiras e formos dormir cedo, porque o dia seguinte ia ser cheio.

No terceiro dia nos levantamos as 7, e as 8:05 estavamos prontos e saindo pra ir pra Pedra da Gávea. Eita caminhadinha!! 1:30 de subida no melhor estilo “Falta muito?” e “Não quero mais brincar disso…” Mas eis que as 10:30 estavamos encordados e prontos pra escalar. O Rô com o Amarelo, e a Naná, a Marta e eu numa cordada de 3. Como a via é super horizontal, a marta vai de segundo com duas cordas, duas segs. A naná guiou tudo menos a primeira, e logo estávamos no olho direito da figura do imperador. Ah é, muito mistério ronda essa formação. Na internet tem muita coisa do tipo: “… DIZEM QUE…” mas nada concreto ou com fontes seguras que não sejam boatos. Ainda que pareçam ser copiadas da mesma fonte, a maioria das informações (aqui, e aqui) remete à inscrições na “orelha direita” do imperador, que seriam fenícias e indicariam que ali é a “Esfinge” e tumba de um grande rei fenício. Depois de assistir dezenas de vezes ao filme “Os Trapalhões na Terra dos Monstros” (cujos dublês eram ninguém menos que Alexandre Portela e Sérgio Tartari, e mais dois que eu não lembro nem conhecia), estava curiosíssimo para passar pelos olhos da figura e ver a entrada da gruta para o mundo dos Barks, dos Grunks e quem sabe até trocar uma idéia com o Sr. Geleca…

A Escalada procedeu bem, sofremos apenas um momento com o bolo que duas cordas simples de 9,8 e 10mm provocam quando emboladas, mas nada que nos fizesse perder mais que 5 ou 10 minutos. A Marta ficou um pouco impressionada com a altura da Passagem dos Olhos, mas era tudo tão bonito que ela nem teve como achar ruim.

Naná numa das mais famosas fotos do Rio

Naná numa das mais famosas fotos do Rio

E ao final da escalada passamos pelo mirante que parece a “bunda” do imperador, e logo descemos. Já era tarde e pretendíamos passar pela carrasqueira (que para quem quer subir a Pedra da Gávea via Trilha e não escalando, é o trecho de uns 25m de trepa pedras de 2° grau obrigatório) ainda com luz do sol. Nossa água havia acabado quando a escalada acabou, mas para as 2h de trilha a gente deu uma xupinzada na água da Naná pois estávamos com muita sede –  nada que nos impedisse de chegar no carro. Como eu estava com o Charuto no beiço desde o meio da escalada, achei prudente não comer meu lanche e apenas comer uma maçã pra não atiçar um intestino que já não estava muito quieto. Mas no meio da descida não teve jeito e a desova foi inevitável. Pazinha da Quero Escalar salvou!! Quando faltavam uns 10 minutos de trilha para chegar no carro, encontramos umas 8 pessoas descendo devagar e sem lanterna. Já fazia aproximadamente meia/uma hora que estávamos só na Headlamp quando os encontramos e uma das meninas nem estava conseguindo andar direito de tão cansada. Fomos com eles, ajudando e iluminando a todos e os 10 minutos viraram 40. Depois descobrimos que um dos caras que ajudava a menina que mal podia caminhar, e estava com uma lanterninha do Sucrilhos, era GUIA, ou melhor, se autoentitulava guia do grupo todo. Guia que não tinha lanterna e não tinha calculado ou observado os sinais de que seus “Clientes” visivelmente não teriam muita condição pra terminar a escalada. Mas tudo bem. Felizmente ficou o aprendizado para o pseudo-guia e mais um do que a Revista Climbing americana adora chamar de “Epic”. Nem citei nessa descida nada sobre os outros 4 que comigo estavam pq realmente foi tudo tranquilo e nada demais aconteceu durante a descida a não ser o grupo alheio sem lanterna. Chegamos no carro, tomamos todas as aguas que o Amarelo tinha ali guardadas, e fomos pra casa. Pus um chinelo que não aguentava mais ficar de tenis (ainda mais EU, que fico de tenis o dia todo ate mesmo em casa e não gosto de ficar descalço). Fomos prum Rodízio de pizza, onde eu tomei 1 suco, 1 coca (a primeira que eu tomo esse ano, a vontade veio no meio da descida, não teve como resistir), 1 cerveja e depois 1 gatorade inteiro. Ah é, e até comi alguma coisa tipo as pizzas e as panquecas que iam vindo.

Martinha e eu no JB

Martinha e eu no JB

Chegando em casa (mais água) a Naná, que já tinha tomado banho, foi dormir cedo porque iria começar no emprego novo segunda e nós não demoramos muito também fomos. Aí na segunda foi dia de turismo geriátrico cultural. Moídos que estávamos, nem pude corresponder ao Rô que estava disponível para uma escalada (mas também provavelmente não estava muito em condições, como nós). Passeamos pelo Jardim Botânico, almoçamos, e fomos dar um rolê em Copacabana tomar um açaí antes de voltar pra casa, pegar as malas e ir pra rodô. Só que o lazarento do ônibus 173 não passou nos quase 40 minutos que estivemos esperando, e as 6:15 mais ou menos tivemos que ir de taxi pra rodoviária pra não perder o onibus pra Sanca.

E foi esse o rolê. Simples porém épico hehehe fazia mto tempo que não ficava tão cansado com uma escalada tão completa: A aproximação, a escalada em si, a logística, o retorno, tudo preparado. Cansei de andar viu?! Saudades dos negativos de agarrão! Eu não sentia vontade de por um chinelo no pé desde mooito tempo, mas nessa viagem meus pés não tiveram trégua da caminhada e das escaladas em aderência! Bom para os dedinhos da mão, injuriados de tanto apertar e escrever. Fica o salve pra Naná e pro Rô, que nos receberam tão bem, e que ficaram sem seu philadelphia porque realmente esse não é o tipo de coisa que costumamos negar!! Vocês ja sabem: mi casa, su casa!

Não, Não é o que aconteceu descendo a trilha... É o ente milenar que mora dentro da Rocha!

Não, Não é o que aconteceu descendo a trilha… É o ente milenar que mora dentro da Rocha!

Atitude Positiva!!

Isa na Sonho de ícaro

Isa na Sonho de ícaro

E eis que no feriado, ao contrário dos planos de meses, faltando 5 horas pra sair de casa, mudamos o destino de Arcos pra São Bento. O motivo?! Uma escolha lógica: Em caso de Sol, escala-se em ambos os lugares. Em caso de Chuva, Em Arcos não escala-se nada e ficaríamos acampados no meio da lama, A Marta, o Felipe e eu… Já Em São Bento escala-se um pouquinho (Falésia dos olhos) porém se faz social o tempo todo. Fomos pra SBS. Ficamos na tia cida. Gastamos horrores, foi uma tragédia financeira, mas felizmente pude me permitir uma extravagância dessa vez. E para ficar com a Martinha, escalarmos juntos e se reintegrar ao SCPT foi excelente. Ela escalou, guiou, voou, foi lindo de ver. Já eu por minha vez bem… vamos aos fatos:

Primeiro dia fomos para a Falésia dos Olhos pois a previsão do tempo mandava água. Não veio, mas foi divertido. Depois de muito tempo sem escalar pude entrar na Quebradeira achando que era um quinto e xingando até a quinta geração da pessoa que me fez com tendências a ganhar uns kilos a mais quando fico sem poder escalar. Mas depois descobri que a via não é tão quinto assim quanto eu pensava. Depois, psicologicamente abalado entrei na sonho de ícaro. Sem resistência alguma, fui parando, e achando esquisito que tava quase mais fácil que a quebradeira. A Isa deu uns pegas na sonho de Ícaro, e a Bia na Bulls on Parede. O Beto, Gui e Raul ficaram malhando a “Despertar de Ícaro” um 8b novo que é a continuação pra esquerda da Sonho de Ícaro. Eu não me deixei abalar e para nao ficar parado fui na Rock and Roll na Catedral, que, ainda que a prestação, sabia que chegaria no final, porque o que eu queria era escalar.

Quebradeira. Entrei achando que era 5° e desci achando que eu estava em péssima forma! kkkkk sorte que disseram ser 6sup heheh

Quebradeira. Entrei achando que era 5° e desci achando que eu estava em péssima forma! kkkkk sorte que disseram ser 6sup heheh

E no segundo dia não tem foto nenhuma! Mas fomos pra Divisa, fizemos a rapa no setor tetos. Pude repetir a Pânico, um 7b que eu tinha mandado mil anos atrás e que eu lembro ter ficado com uma dor no pulso por umas semanas depois da cadena hehehe Mas desta vez foi tranquilo. O engraçado é que a galera já me conhece e sabe que eu sou um fanfarrão, parece que eles pedem pra eu fazer Genjices quando to escalando hehehe O foda é que a maioria das genjices (tipo todas) eu faço mais porque eu quero fazer, espontaneamente, do que por pressão popular. Mas o melhor veio depois: Tava na Pânico, me fudendo lá na contra do crux, espumando como diria o Russão, e a galera deu a maior vibe, foi da hora! Aquele momento que vc ta lá sem saber se vai dar pra ficar na próxima agarra pq ta no veneno.. costura no pé… cotovelinho subindo… Aí a galera começa a Gritar, é mto loco, dá +2 de motivação, +1 de força, +1 de resista e +1 de foco!! Aí minhas ganas de escalar foram aumentando e parece até que o que eu precisava era escalar uma via no limite pro corpo acordar… Massa demás!

Essa galerinha é da Vibe positiva!!

Essa galerinha é da Vibe positiva!!

Galerinha do Rio tava lá, dando a vibe, risada, pitaco, foi muito massa esse dia! Aquele clima massa! Sempre tem um rabugento pra conturbar as coisas (que nem tava com a nossa galera), mas nada disso atrapalha os climbs com essa turminha do barulho aprontando altas confusões. A Marta entrou duas vezes mostrando muita atitude, na primeira parte da Psicose, e ainda deu Beta pros outros que entraram depois! Ela também por pouquinho não manda a Hellraiser, na qual ela entrou guiando. _o/\o_  O Felipe e a Bia deram dois pegas na It’s only Rock and Roll e saiu cadena!! Depois o Beto, Gui e Raul foram para o setor comunista enquanto a gente fazia as já equipadas ou equipava as vias por ali mesmo. A Matriarca-Mor do Sanca Pression Team, a Naná (da época que nem tinha esse nome) estava lá com o Rôdela, o Chris, o Rogério (Figuraça)  e as respectivas (foi mau meninas, mandem seus nomes nos coments aí pra eu updatar o post depois!) . É quando vc sai do Climb leve, com a sensação de que está tudo bem e que estão todos felizes (Menos o Raul que não pode esperar a gente limpar a via no escuro, porém cuja felicidade é facilmente compravel com uma cachacinha hahaha)

 

Felipe, Eu e Marta na 3° parada da Elektra, na Ana Chata

Felipe, Eu e Marta na 3° parada da Elektra, na Ana Chata

E no sábado o dia mandava tempo bom. Fomos pra Ana Chata porque eu queria levar a Marta pra fazer sua primeira parede. LEvamos Um saco de cimento, tijolos, areia… kkkk E fizemos uma cordada de 3 com o felipe também, que também estreava em ambiente paredeiro. Tivemos que esperar 1h pra entrar na via, mas o timing foi perfeito pois as nuvens iam alternando entre sol e sombra, foi muito massa. Só no finalzinho eu achei que poderia chover a qualquer momento, mas não choveu! Ahhh, a quinta enfiada. Depois de um apertozinho na quarta enfiada que tem coisa de 30m e 3 proteções, me esbaldei de proteger a enfiada em móvel. Não é nem que tava precisando, mas é que é tão gostoso enfiar os negócio nas fendinha e ver como fica bala! No cruxzinho rolou até entalamento de joelho e semisoltamento de mãos hehehe Nas duas ultimas enfiadinhas, que é uma travessia horizontal pra esquerda de 15m mais uns 20m até o cume, eu emendei pra ganhar tempo, Mas depois paguei o preço por ter deixado os friends pra trás. Nessa última enfiada só tem uma chapa. Ta certo que é facil, mas eu meio que me senti SOLANDOOOO hehehe se eu caísse ali, ia cair MOOOOITO. Mas foi da horinha. O único lancezinho vc faz com a costura no saco. Fizemos sessões de fotos no cume, separamos equipo e descemos, chegando no carro pouco depois de escurecer. E fomos direto pra Truta! E você acredita, que a garçonete admitiu rapidamente ter errado nas contas e devolveu o dinheiro cobrado a mais sem titubear? Ponto para o time dos Trutas honestos. <Tu dun – Tsss>

A cara do Felipe nessa foto ficou muito massa!!! kkk

A cara do Felipe nessa foto ficou muito massa!!! kkk

E aí no último dia estávamos todos des-tru-í-dos. Estávamos entre ir pra Divisa ou pros Olhos, mas acabamos indo pra vista aérea seduzidos pelas promessas de vias em móvel bem protegíveis uma trilha de 5 min do carro ao pico. Eu comecei fazendo a Mamão com Açúcar, achando que era só em chapa. Na verdade ela é, mas como eu queria ter levado meus friendinhos para um lance ou outro!! (#Fikadika). Depois que a marta fez ela também, fiz com ela uma Oficina de Escalada móvel, que a Isa Chamou de TRAD CLIMBING CLINICS hehehe ela ja tava até querendo subir guiando pondo as peças (mas de top hehe).  E eis que quando a Isa ia equipar a quinto apoio pra nóis, começa a chover! Mas isso já era umas 2 da tarde! Vazamos!

Beto na Batdiedro, Vista Aérea

Beto na Batdiedro, Vista Aérea

Só sei que na viagem, pra variar, começamos a pegar o trânsito na Fernão antes de chegar na Don Pedro, mas graças ao Beta do Koberle, pegamos o desvio em Guapirocada e viemos mais tranquilos. EU só queria comer uma coxinha de posto. Adoro. já era umas 7 da noite quando chegamos na Don Pedro na altura de Itatiba, e eu tava sem comer nada o dia inteiro. Como tava gostoso, nossa!!! Ah, outra coisa a se mencionar: IN-CRÍ-VEL o congestionamento e trânsito parado, deve ter sido algum recorde ou algo do tipo, desde São Carlos até a entrada da Anhanguera pela Washington Luís, coisa de 90km de congestionamento!!!! (só que no sentido interior- capital Xupa Paulistano)

E foi isso galerinha! Muita Vibe positiva na viagem, ver os aspectos positivos de tudo pois o que importa é estar feliz sempre e não mal humorado se cobrando resultados que isso não vira! O Negócio é Cobrar atitudes e mentalidade positiva, aí sim!

Valeu, até a próxima! E pra terminar, uma foto da Seg esperta de corpo de mim para o beto clipando (costura mágica em ação)  a primeira da Veneno Antimonotonia na Vista Aérea:

Se cair cai com a COSTELA no ossinho do cotovelo hein?!

Se cair cai com a COSTELA no ossinho do cotovelo hein?!