Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

Me perdoe. Te Amo. Sou Grato. Te liberto.

Me perdoe. Te Amo. Sou Grato. Te liberto.

Tive um final de semana maravilhoso. No sábado pude ir para o Cuscuzeiro com o Beto e o Gui tirar as últimas fotos que estavam faltando para o Croqui do Cuscuzeiro. Fizemos seção de fotos na Fly or Die, na Sunday, Visual e Paredão. Mas o que pôde tornar o finde tão especial foi a possibilidade que meus melhores amigos me deram de compartilhar com eles uma experiência tão única e transcedental quanto um ritual xamânico. Eram a peça que faltava na corrente de energia para que eu pudesse encontrar em mim mesmo coisas que vinha buscando havia meses. Foi um ritual muito especial no sábado a noite. Foi um presente de natal antecipado, e gostaria de dividir com vocês um ensinamento muito simples porém que faz toda a diferença no nosso dia-a-dia e nas nossas relações com todas as pessoas que nos cercam. É o chamado Ho’oponopono. 

É uma prática na qual paramos de guardar coisas do passado e de culpar as pessoas pelos nossos problemas ou pelo que quer que seja. Liberamos as pessoas deste fardo, e ao fazer isso estamos nos livrando daquelas cobranças que ficam se repetindo em nossa mente várias e várias vezes. Quando nos vemos livre desses pensamentos, ou nos desapegamos de coisas do passado, é que finalmente podemos alcançar a paz interior. (e como ela é interior, só olhando para dentro é possível encontrá-la). Ainda, de acordo com o site hooponopono Brasil:  Ser 100% responsável é um caminho de pedras, por ser o intelecto tão insistente. Quando nos ocorre um problema o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Insistimos em procurar fora de nós a origem dos nossos problemas. (…) ”Estamos aqui somente para trazer Paz para nossa própria vida, e se trazemos a Paz para nossa vida tudo em nossa volta descobre seu próprio lugar, seu ritmo e Paz.”.

Ainda passei o domingo com essas pessoas tão especiais pra mim, e, apesar de termos ido ao cuscuzeiro e feito algumas filmagens pra eptv (e o beto ter dado entrevista), não deu pra escalar por causa da chuva. Conectados e viciados uns nos outros como estamos, ainda arrumamos o “system wall” (placa de madeirite 22º inclinada com agarras para treinamento) da Júlia enquanto fazíamos uns pães de alho e queijos coalhos (porque depois de sábado quase ninguém tava na vibe de comer carne praticamente – ainda que tenha rolado um bifinho ou outro para os que não tinham participado do ritual sábado). Foi mágico, espero que continue sendo. E que as pessoas que estão passando por uma fase conturbada possam se desapegar das coisas do passado e percebam que são os únicos responsáveis por suas lástimas e desequilíbrios. Justamente por colocar n@ outr@ suas expectativas, culpas e anseios, acabam não olhando para dentro, não se perdoam e não encontram seu Eu-divino (chamem como quiser, não é necessário acreditar que exista um Deus para que esse desapego funcione, basta apenas vontade de querer sair de uma situação estagnada que não está fazendo bem – nem pra pessoa e muito menos para aqueles ao seu redor). Deixar de ser egoísta e parar de colocar a culpa dos seus problemas em outras pessoas. Olhar para dentro. Fazer o bem a si mesmo que só assim as pessoas irão se reaproximar. Repita sempre: Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato. Te liberto. Para as pessoas ao seu redor, e para você mesmo.

E pra não falar que não falei de flores escalada, segue duas galerias de fotos do Cuscuzeiro que fizemos sábado. Primeiro o Beto e o Gui na Fly or Die, o primeiro 7a do cuscuzeiro:

E depois o Beto no Paredão fazendo as duas partes numa cordada só até o cume, também 7a.

Muito bem senhores. Por hoje é só, mas essa semana prometo mais um post pra compensar a ausência de postagens semana passada.

Namastê. (O eu que há em mim saúda o eu que há em você)