Arrasando

Foto de divulgação da Edelrid

Essa cadeirinha é demais, é a melhor cadeirinha do universo! Ainda vou ter uma dessas!

Nos dois últimos finais de semana o Sanca Pression Team foi só alegria. No finde passado fiquei muito feliz por ter mandado um mito do cuscuzeiro. Uma via que desde que eu tinha começado a escalar, a tinha como uma coisa intangível. Uma via para poucos. Não, não mandei a Caixa de Pandora. Mas desde sempre ouvia todo mundo falar que só Fulano ou Ciclano tinham mandado a 97 bons motivos pela variante da direita do teto. Naquela época só de fazer a 97 já era uma coisa de outro planeta (idos de 2006). A 97 bons motivos é a via que fica à esquerda do Paredão, e segue por um diedro lindo, ao final do qual se paga uma pequena travessia para a esquerda por baixo de um tetinho, para então voltar pra direita. Uma via clássica do Cusco que não tenho visto o pessoal entrar nela ultimamente. Pois no finde passado pude repeti-la, tirar os moves da variante pra direita do teto e mandar! Surpreendentemente é uma variante muito mais legal que o final original pela esquerda, super estético de movimentos bonitos e aéreos. IN-CRÍ-VEL. Deve ser um 7b (a original é 7a) mas do jeito que o pessoal falava eu achava que devia ser no mínimo 1/8 um oitavo! No mesmo dia o Ives mandou a 97 original no segundo pega. Parabéns!

A única foto que eu tenho na 97 bons motivos, algumas semanas antes. Entre, é clássica!

Uma das poucas fotos que eu tenho na 97 bons motivos, algumas semanas antes. Entre, é clássica! (foto By GuiOliveira)

No dia seguinte fui pra Itaqueri com a Ju e o Shimoto, o qual mandou equipando pra aquecer um oitavo chamado “escorrega na mão que nem quiabo”. Via essa que pode ser feita em apnéia pois são 3 chapas e parada (o que de fato ele fez). Depois fui tentar a via nova do Rafa e do Kalango, ainda no primeiro setor. Via muito legal, por uns agarrões, variante da via do sino. Não pude mandá-la por conta da minha lesão na panturrilha direita, obra da “Estréia”, em Arcos, ainda no Carnaval. Mas como eu consegui pela primeira vez em anos isolar o crux da via do sino, animei em entrar nela com uns nuts do shimoto que ele deixa sempre na mochila e que ele nunca tinha usado na vida! Fiquei felizão!

Eu na Via do Sino.. Finalmente saiu, depois de mil anos!

Eu na Via do Sino.. Finalmente saiu, depois de mil anos!

Aí nesse último finde o pude fazer a Sunday+Sabath+Let´s go de uma enfiada só (deve dar uns 40m de via). Só que a intenção era equipar a Sabath pro Ives que está passando o rodo nos 7a´s e 7b´s locais, e ficar no platô da Let´s Go pra orientar a Simoni e o Marco na escalada da Let´sgo. Ela pode treinar a montagem da parada in loco, dar seg de cima pro segundo e depois armar o rapel. Enquanto isso o Ives matava a todos de orgulho mandando a sabath bloody sabath (extensão da Sunday Bloody Sunday) inclusive pulando costura. No fim do dia fui no meu inferno astral chamado Cactus Now. Ô como eu não gosto dessa via!!! É só espanco que eu tomo toda vez, ta loco. Eu sempre desço dela antes de chegar no final com a sensação de “PAROU! Já deixou de ser divertido faz tempo!”. Mas qto mais apanho, mais eu quero mais! (humm.. mulher de malandro! hahaha).

Pula essa fii!!!

Pula essa fii!!! (Ou: segurando uma cabeça imaginária kkkkk)

No dia seguinte repeti o fiasco entrando na Urubu de Kichute. Ô viazinha lazarenta também essa viu? Não tem refresco. Primeiro um dinâmico saindo de uma moeda de cinquenta centavos e de uma faquinha e praticamente sem pé nenhum. Depois aguenta os palitos de fósforo até o final. Que miséria de via! huahuahuahuahu Mas esse dia foi massa pq tava a galera de Sampa (mel, samara, Rê leite, Guilherme (outro Gui!). O Raul nem foi pra Itaqueri domingo pq pra variar deu “Logoff” na comemoração de sua cadena da Urubus Cadentes no Cusco sábado.

Raul logo após fazer o move de comer um cachorro na saída da Urubus Cadentes

Raul logo após fazer o move de comer um cachorro na saída da Urubus Cadentes

O Ives pra variar com a bolinha de fogo (lembra do NBA Stars do SNES?) mandou pela primeira vez, e aquecendo ainda, a “Onde a Cascavel Cochila mas não dorme”. Aí deu uns par de pegas na Balanga Beiço e saiu tbm! Ahh muleque! Esse aí ta forte candidato à “Atleta SCPT do Mês” hahaha. No fim do dia equipei a Quarto Elemento e na descida pus os costurões estratégicos na Urubu de Kichute pra Bia e pra Ju entrarem, e eu fiquei com coceirinha entrei também (pra dar o fiasco que eu narrei antes). Ah, nem foi fiasco, tudo é treino! hahaha Pelo menos fui até o final, ao contrário da Cactus que mentalmente é muito desgastante.

Ives demonstrando toda sua classe e categoria na Balanga Beiço

Ives demonstrando toda sua classe e categoria na Balanga Beiço

Enfim, o time todo representando muito bem nessas duas últimas semanas, ta todo mundo empolgado para que no feriado de Páscoa possamos estar em alta e mandar os projetos da viagem! Julia Mara vem na pegada desde janeiro treinando forte pra Bulls na Falésia dos olhos, kamon mano, estaremos lá pra dar a Vibe e tomar cerveja de graça depois!

Rê Leite e Samara em Itaqueri

Rê Leite e Samara em Itaqueri

E por hoje é só pessoal! Tem alguns vídeos que “se pá” coloco até o fds! Aliás, sábado dia 12/4 tem Ritual Xamânico, quem quiser participar (ou saber o que é) entre em contato!

Namastê!

The Sandstone Series

Essa vc não vai ver no Sandstone Series hehehe

Está no ar o primeiro vídeo da Série “The Sandstone Series” que vai retratar a escalada nos arenitos do interior paulista.

Não tem vias de nono grau, não tem grandes atletas de elite (com excessão do Beto), não tem grandes produções cinematográficas… Mas retrata de uma forma simples as escaladas da turminha nos arenitos do interior paulista. Assim! Simples como deve ser! Aguarde o Episódio 2 que está do balacobaco!

A “The Sandstone Series” ainda não tem patrocinador, então se você quiser ver sua marca bem grandona sendo exibida para os milhares de pageviews diários do blog mais os linkados direto do google ou do Facebook, entre em contato que colocarei nos próximos episódios sua marca no começo ou no final (ou nos dois) do vídeo.

Veja o que uma marca faz com séries como estas… (mantidas as devidas proporções, é claro).

Detalhe para a mina dele quando ele ta na via Stuntman (5.12) dando seg direitinho com o grigri, coisa dificil de ver por aí! (é, quase direitinho, ainda ta com a mao no Grigri, mas já é 400x melhor do que a gente vê)

Não perca, no episódio 2, Rodrigo e a Geladeira… Aguardem 😉

E os vídeos Brasileiros de escalada estão cada vez melhores…

Nas últimas duas semanas parece que houve um número anormal de vídeos bons de escalada pipocando pela internet afora. Muito vídeo gringo da hora, muitos vídeos brazucas que não ficam devendo nada para os gringos. Daí a gente vê que, de um lado a galera aprendeu a fazer vídeos, do outro, aprendeu a colocar neles todo o mistério e a magia daquela escalada, que é fundamental para dar “alma” a um vídeo, que, por melhor que seja, se não tiver alma, parece que fica meio vazio. Vou colocar aqui os melhores vídeos selecionados, começando com a categoria Internacional, e deixando o melhor para o final:

Começando com o lugar de onde saem os agarrões, e de lá se espalham pelas falésias do resto do mundo. (leia-se: a maior concentração de agarrões por metro quadrado de parede da face da terra). Isso mesmo, Kalymnos: O paraíso mor das chorreras e negativos de agarrão. De todos os graus.

Quem lembra daquele cara que tava numa fenda tremelicando, deixando cair várias peças, mosquetões, e cada vez que mudava a câmera ele tava com uma sapatilha diferente? Pois bem, veio esse outro e mostrou como é que se faz:

Já esse aqui é mais uma da linha “novelinha” da Arc’teryx. O cara escalando horrores, mas ao contrario da outra novelinha do J. Siegrist que sai de furgoneta pelos EUA, esse aí é de um Weekend warrior, daqueles que só escalam de finde porque tem que trabalhar. Muito legal também!

E falando em weekend warrior, aí o anti-WW número 1, o cara que mais vive de escalada no mundo, falando sobre treinos, e provavelmente sobre sua recém-inaugurada academia de escalada nos EUA.

E para variar um pouco, dois vídeos de boulder, de um dos caras mais tribol (daquele que tem tres bolas) do mundo. Forte, técnico e feio, poderia tranquilamente ter saído de uma partida de rugby.  Vos apresento aquele não tem medo de morrer por descender do Clã Macleod, com vocês, Dave Macleod (também o escritor de um dos melhores livros sobre treinamento em escalada: 9 entre cada 10 escaladores cometem os mesmos errros, previamente citado aqui no blog).

E só para polemizar: mais um vídeo dele, contradizendo a premissa de que só pode haver um:

Finalizando, um nono grau em móvel muito legal, num pico muito bonito que até então eu não conheço muito:

E chega dessa gringaiada, bora pros filmes brazucas que estão de arrebentar a boca do balão:

Começando com o Brasileiro de boulder no Rio, durante a Semana de Montanhismo, pela produtora “Foca no climb”, versão “Sério”, ou normal:

Não obstante, se vc pensa que outro vídeo cobrindo o mesmo evento seria mais do mesmo, não se engane. Com um outro enfoque, este vídeo é mais no estilo fanfarronices por trás dos bastidores do evento. Daria tudo pra ver um desse na final do Arco Rock master, com o sei lá, Timmy O’neil fazendo trocadilhos com o Ramonet, a Sasha digiulian ou ou Killian fischuber. Eu acho que ia ficar todo mundo com cara de tacho ahahaha

E se você gosta de vídeos comédia, então dá um fraga nesse, com o escalador JASON ANDRADA dando sua opinião sobre o pico..

Agora dois vídeos de Araxá, muito bem editados, o de escalada simples porém suficiente para mostrar a rocha, o pico e dar água na boca de ir lá tentar as vias.

E para mostrar que não devem nada pra ninguém, este segundo de boulder, também muito bem feito, até quem não gosta de boulder se sente fisgado pelo escalador malhando a via… muito bom!

Eu não lembro onde eu li ou ouvi em alguma entrevista, que o escalador tem que ter seus equipamentos como meros meios para atingir seus objetivos, e não objetivos em si (tipo aquele cara que começa a escalar, começa a mandar bem, aí compra cadeirinha e sapatilha, passa a se achar e escalador e para de escalar, pois na sua cabecinha ter equipo o define como escalador – e não o ato de escalar em si – e aí ele se acomoda e para. Troféu jóinha pra ele! Eu confesso que gosto tanto de escalar quanto dos meus equipos, todo mundo sabe que mesmo que estejamos com 40 costuras indo escalar, eu ainda assim levarei as minhas 12, fazendo 52, porque eu adoro escalar com elas. Sem contar as sapatilhas, cadeirinha… enfim, um verdadeiro caso de transtorno obsessivo compulsivo  amor e devoção. Por isso, me enchem os olhos os vídeos que falam sobre essas pequenas peças de nosso dia-a-dia escaladorístico. Confira este vídeo da DMM, explicando fatores importantes a se considerar na hora de comprar seus mosquetões.

*Não perca em breve, a série “Sandstone Series”…  AGUARDE

Climbing 101 (Ou: Escalada para iniciantes)

A gente sempre vê a galera da antiga usando técnicas que hoje em dia não se usam mais, não por estarem erradas, mas por existirem melhores na atualidade, que não existiam quando eles começaram. Mas também a gente vê alguns deles fazendo muita coisa que seria considerada errada inclusive em seus dias áureos. A discussão da semana foi sobre a seg no Loop e não na cintura+perneira da cadeirinha. Pergunta clássica:

– Mas se vc se encordar em dois pontos não é melhor?!

É, pode até ser, mas duas coisas anulam essa dualidade: O freio fica de um jeito que vc fica mais suscetivel a fazer cagada, e segundo solicita seu mosquetão de forma errada. Eu poderia escrever uma hora sobre o assunto, mas já fizeram isso por mim =D Então vamos ao tão aclamado ctrl+C ctrl+V do extenso texto que o Davi Marski colocou na Hangon essa semana, e foi reproduzido pela internet afora (Né Neudson? 😉 ):

Nesse último final de semana, enquanto escalava com um grupo de amigos no sul de MG, passei por uma situação bastante inusitada que descrevo a seguir…
 
Logo que cheguei na base das vias do “campo escola” na Pedra do Pantano (Andradas – MG), acabei encontrando-me com um outro grupo, grupo este no qual havia umas 5 ou 6 pessoas, e imediatametne reparei que uma das pessoas desse grupo estava dando segurança de “top-rope” para outro escalador, com o mosquetão (que prendia o freio) passado de forma incorreta na cadeirinha. A pessoa passava o mosquestão do freio tanto na parte inferior da cadeirinha, como na parte superior, como a foto a seguir ilustra:
 
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O escalador que estava “dando segurança” provavelmente era um iniciante – essa foi a minha conclusão – pois seus equipamentos eram todos novos e vistosos. 
 
E enquanto eu “esperava” o melhor momento (ele parar de dar a segurança para o escalador que estava no “top rope”) e finalmente tentar explicar “porque” o mosquetão não deveria estar passado na cadeirinha daquele jeito, me dei conta que as demais pessoas do grupo também usavam o mosquetão dessa forma ! 
 
As pessoas do grupo simplesmente ignoravam a presença do “belay loop” de suas respectivas cadeirinhas !!!  E uma das pessoas inclusive usava uma cadeirinha específica para alta montanha (a Alpine Bod Harness da Black Diamond, que é uma cadeirinha que vem sem “belay loop”, mas isso é outra história pois essa cadeirinha tem uma “outra geometria”…)
 
E confesso que fiquei constrangido em “ir dar lição” para um grupo tão grande (e alguns deles inclusive são escaladores há bastante tempo), e agora, já na minha casa, minha “consciência pesada” me motivou a escrever este texto…
 
Alguns podem estar se perguntando: “pô, mas qual é o problema em passar o mosquetão desse jeito na cadeirinha ? não é mais seguro pois está preso a dois pontos ao invés de estar preso apenas ao “loop” ?
 
A resposta é: “não, não é mais seguro. Pelo contrário, pode até mesmo ser perigoso !”
 
Então vamos por partes:
 
a) Como todos estão cansados de saber, o mosquetão foi projetado para ser submetido a cargas bi-direcionais. Não foi projetado para receber forças multi-axiais (ou em três ou mais direções). Quando o mosquetão é colocado na cadeirinha da forma citada (ou ilustrada na primeira foto), ele pode acabar recebendo forças em três direções (e usando o “belay loop”  isso dificilmente iria acontecer)
 
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ou alguém duvida que essa configuração é exatamente o que está acontecendo na imagem abaixo (que é exatamente a configuração da primeira foto!)  ?
 
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b) O “loop” das cadeirinhas foi projetado justamente para ser o ponto de conexão tanto para o rapel, quanto para “o segue” do escalador que irá guiar. 
E se você não confia mais no seu loop, já seria hora de trocar de cadeirinha, não ?. O nome desse anel não é “belay loop” (anel de segurança) a toa… 
Para quem “duvida” da segurança do seu “belay loop” sugiro a leitura do artigo da Black Diamond:  http://www.blackdiamondequipment.com/en-us/journal/climb/all/qc-lab-strength-of-worn-belay-loops    
 
c) Por último, mas não menos importante, o freio não fica de forma “linear” quando montado nessa posição ! É só comparar a primeira foto com essa (com o mosquestão preso ao “belay loop”):
 
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Por falar em dar segurança ou realizar o rapel (com o mosquetão preso no “belay loop” ou em um anel da “daisy chain” ou no nó do seu “auto-seguro”), a última edição (maio/2012) da revista Climbing Magazine ilustra bem o jeitão “moderno” e recomendado por praticamente todas as escolas de escalada ao redor do mundo:
 
1) freio afastado do corpo do escalador, uns 40 ou 50cm (a imagem ilustra melhor do que eu consigo escrever)
2) fita de auto-seguro (ou daisy-chain, se usada como tal) presa usando um “boca-de-lobo” em ambas as partes da cadeirinha (vide ilustração)
3) nó auto-blocante de backup para o rapel  *abaixo* do freio  (outro assunto largamente discutido e é consenso mundial que é melhor colocar-se o nó auto-blocante de backup abaixo do freio do que acima…)
4) se o freio for um freio linear do tipo “tubo”, e se o freio tiver sulcos para uma maior frenagem da corda, deve-se avaliar se o escalador deseja usar essa configuração (de maior frenagem) para o rapel (com cordas finas ou corda simples isso geralmente é o desejável) ou se “prefere” que a corda tenha um menor atrito (como seria com um “atc” convencional), principalmente no caso de pessoas muito leves, cordas muito grossas, cordas molhadas e pesadas, etc..
 
 
Para saber mais:  
 
 
 
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Claro que esse meu breve email não encerra o assunto, mas o “alerta” está dado 🙂
 
abraços e ótimas escaladas seguras !
 
Davi Augusto Marski Filho

E claro, continuando, vamos acrescentar, de como fazer essa parada aí (essa tal de seg)!

E já que vc gostou do capítulo 2, que tal o capítulo 1, se vc é iniciante-ante mesmo?!

(eu ensino melhor como fazer o oito duplo reverso na cadeirinha hahaha)

Esses dois vídeos são de uma série de videos interessantissimos (ainda que para quem seja mais experiente sejam chover no molhado, para o novato é muito bom revisar conceitos de segurança) sobre conceitos básicos da escalada, e são válidos (muito por sinal) em qualquer lugar do mundo: Desde yosemite a rodellar, itaqueri ou serra do cipó. Portanto, se vc não se encorda nem faz seg assim, revise seus conceitos…

Como este post por si só já ficou extenso, vou colocar apenas dois vídeozinhos para finalizar:

O primeiro é de uma Cave na provincia espanhola de tenerife, que parece muito com a cave aqui de São Carlos, só que a do vídeo fica praticamente no meio da cidade. Muito legal!

Este segundo é do J. Siegrist. É o primeiro capítulo de uma pequena pseudo-novelinha onlina de suas aventuras pelos EUA. As imagens estão alucinantes, e faz suar a mão só de assistir. Nível de “suação” de mão de 0 a 10-> 8 (yéeeahh)

E por hoje é isso pessoal, em breve volto com mais!!

PS – Aguardem, muitas novidades on the way!

PS 2 – A quem precisar, agora estou vendendo magnésio 4climb – Frete grátis para quem mora em São Carlos, frequenta as monitorias de quinta feira e a todos da região que escalam em itaqueri de sábado e cuscuzeiro domingo! =D

Da série: Fotos sequenciais são legais!

Encontro de Animais peçonhentos no Cuscuzeiro – o veneno rolando solto!

Essa foto do Vadico ficou de OTO PRANETA... By Genja

Domingo encontraram-se no cuscuzeiro os animais peçonhentos da mais alta esfera. Vadico, Tiago de São João, e até o Índio que nem é tão venenoso assim (Na verdade ele é praticamente de uma categoria similar às Jibóias, que não tem veneno nem falam mal de ninguém).

Vadico, eu, Tiago, Índio e Isabela ao fundo cascando...

Diga-me com que cortas, e eu te direi se é para os dois lados...

A prosa foi boa, e entre uma alfinetada e outra rolou até uma escaladinha de leve. Fiz umas fotos que ficaram sensacionais. A Isabella finalmente pos abaixo mais um projeto de mil anos: Denorex! Ahul!

Isabela na Denorex!

Isabela botando a mão em seu projeto de ânus!

Fomos dar um peguinha na Manga… o Cataia queria entrar nela e na Sunday… e depois de milhÕes de pés na corda, acabou por mandar na cadena, praticamente a vista!  (praticamente porque 2 anos atrás entrou de top e foi até a segunda costura apenas. Eu considero a vista! Todos entramos nela, mas o Tiago com a camisa rosa rendeu boas fotos coloridas! (combinando com a sapatilha e a rocha)

Cataia na Manga... onsight!

Cataia Pagando uma de Gatão na Manga...

Tiago no Crux da Manga, sem dar pé na corda!

Tiago costurando na Manga, detalhe da corda em movimento, muito legal!

Tirei umas fotos do Rodrigo, iniciante que ta viciado e mordendo pedra, na Fimose e da Simone na Denorex. Quero ver essa galera evoluindo sempre na escalada!!

Rodrigo pulando costura e sem clipar a base!

Representante da família Ciarroci de volta ao cuscuzeiro...

E creio que tenha sido isso. Sem fotos minhas, pois sabe como é: Primeiro não to escalando nada! E segundo que a câmera é minha, então ninguém pega ela pra fotografar mesmo, tenho que ficar pedindo!  Ah, e para finalizar, duas resoluções ao final do encontro dos animais peçonhentos:

– Primeiro, o novo método de encordamento do Tiago: O porco duplo reverso com backup no passador da cinta da calça jeans. (NÃO, NÃO TENTEM FAZER ISSO EM CASA, NEM NA ROCHA)

Novo método de encordamento para quem quer acabar com sua vida mais rápido...

– Segundo, uma homenagem às mulheres que tem a pedra moldando todas as suas atitudes e estilo de vida!

Homenagem do Blog mais politicamente incorreto do cenário da escalada nacional!