Escalada de ano novo

Primeiro post, primeira foto do ano!

Primeiro post, primeira foto do ano!

Escalada de ano novo esse ano é no Cipó! O Genja está lá, mas ele deixou o Gerador de posts automaticos do WordPress trabalhar por ele… Esse post seria digamos, um psicopost ou um alter-ego…. Enfim… tudo preparado, e claro, ele deixou um presente de reis magos pra galera! São alguns vídeos que estavam aqui na meia e agora aproveito e compartilho com todos, aproveitando esse espírito “compartilhamental” de fim de ano.

O primeiro é da Sterling. Curto, belas imagens e belos vôos. Os mais chegados tão ligados que eu estou na empreita de aprender a voar e se desapegar do contato físico com a rocha e aprender a fazer melodia com o som do vento a medida que eu tomo grandes voadas numa via. Esse vídeo motiva e empolga! Você tem medo de tomar umas voadas? Let it go…

Ano passado no Roctrip encontramos, pedimos autógrafo, tietamos a Mayan Smith-Gobath. Ela é uma escaladora foda, do time Petzl, e se até então vc não a conhecia, ela foi a primeira mulher a mandar, ano passado, a primeira repetição feminina da via Punks in the Gym, na Austrália. Essa via foi o primeiro 10c do mundo aberto e escalado pelo Wolfgang Gullich em 85!! Tinha que ver a cara dela quando o Beto a cumprimentou pela cadena da via: Uma mistura de vergonha, humildade e orgulho… legal! 🙂

A monique forestier é uma das melhores escaladoras e destemidas do mundo, e acho que deve ter um pacto com o Simon Carter, melhor fotógrafo do mundo e também australiano. As fotos e vídeos dele são coisa de outro planeta, e somando ele com a Monique que é foda pra caralho, num dos picos mais fodas e belos do mundo, Verdon, na França, é receita de sucesso, boca aberta e mão suada.

Já esse é da Ashima, a prima mais nova da Fabi. Desta vez ela está de volta mandando boulders que um número de mulheres que da pra contar nos dedos da mão mandaram, só que ela está fazendo isso com menos de 10 anos de idade. Impressionante!

E para finalizar, eu pretendia fazer um post-homenagem ao Grande ídolo, junto com o Gullich, Patrick Edlinger, que morreu ano passado por problemas relacionados ao alcool. Praticamente o idealizador das competições de escalada modernas, foi o pioneiro e principal responsável pela realização dos primeiros ARCO ROCKMASTER na cidade italiana de Arco. Foi ele quem sugeriu que não se fizesse mais competições ao ar livre mas numa estrutura montada. Todo mundo riu da cara dele, e hoje as competições são o que são. Ele também que equipou falésias mundialmente famosas como CEÜSE na frança. Destaque para seu depoimento sobre a distância entre as chapeletas nas vias dele:

“…As vias tem poucas chapeletas, não porque somos tradicionais, somos contra as chapeletas, nem somos praticantes do mínimo impacto ou minimalistas. Naquela época nós moravamos no carro e não tinhamos dinheiro pra comprar chapeletas. Então com o que a gente conseguia a gente tentava equilibrar pra poder abrir o maior número de vias possível. Se tivessemos mais chapas, com certeza colocaríamos mais chapeletas nas vias…” O que é um tapa na cara de algumas pessoas que ficam defendendo vias mal protegidas (veja, eu Não disse esticada, disse mal-protegida, é diferente) alegando que na frança é assim porque eles são isso ou aquilo.

E por hoje é só pessoal! Espero que estejam aproveitando os primeiros dias do ano… Que o Genja ta lá no cipó escalando horrores e dando risadas mil! rsrs

Feliz  Janeiro Sasha!

Feliz Janeiro Sasha!

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